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e qual foi seu primeiro emprego no area de moda? foi dificil achar?

Eu trabalhei no Filme Fashion qndo era uma mostra ainda, e fui estagiário do Chic. Eu e a Vic (Ceridono) entramos de estagiário ao mesmo tempo, ela em um horário e eu em outro!

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Jorge, para de fazer campanha contra calças coloridas pros seus leitores por causa do Restart? Fala que é legal, e que calça vermelha é SUPER elegante.

Desculpa, gente, pergunta pra mim e pro Eduardo e aí tira uma média, tá? (eu não acho que calça vermelha é elegante, mas como vcs podem ver ele acha… prefiro calça azul, acho bem mais chic. enfim, quem trabalha no chic é ele hahahaha)

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jorge como voce e a jana conseguiram estagio no chic? voces selecionam curriculos e salvam e os ruins jogam na lixeira ou so chamam “conhecidos” pra estagio?

Eu consegui pq trabalhava com a Ale no Filme Fashion. A Jana foi de outro jeito, não sei como foi, mas acho que foi indicação mesmo! Aqui no Blog LP a gente seleciona currículo sim!

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Acontece que

Sempre fui meio brigado com o MEIO da moda em si – mais do que com o assunto.
Ontem, conversei com o meu guru (AKA Paula ou Ariane, vocês escolhem) e, para variar, reclamei. “Ah, porque é muita gente rasa, muita gente com valores rasos, muita gente que acha importante outras coisas que EU não acho…” etc etc etc. Ariane me contou que no meio dela – ela é professora formada em Letras – também existe um vício: o da baixa auto-estima. Você PRECISA ser assim – e se começar a demonstrar muita felicidade… começa a ser mal-falada! “Ah, você viu? Ela foi para Ubatuba… e está toda toda com esse brinco novo!”.

Ou seja, todo o meio tem suas peculiaridades e picuinhas. Normal.

Só que hoje Lu Bugni mandou um email para Ivi e Charles que, de tão piegas, mereceu ser dividido comigo também. Nele, ela conta que precisa agradecer ao “deus fashion” porque foi por causa dele que somos (todos nós quatro) amigos – isso no caso dela para nós, porque eu e Ivi nos conhecemos antes de virar esses fashionistas de merda que somos. E Charles eu e Ivi conhecemos no Chic.
Explico: Lu cobria moda para o Diário do Grande ABC e ia para o Fashion Rio. Ela pensava enquanto estava na van dos jornalistas: “nenhum fashionista vai querer ser meu amigo”.  Charles, provavelmente reparando no tamanho dos atributos de Lu, foi lá todo-todo e disse “oi, eu sou o Charles”.
E foi assim!

Considero a Lu muito mais minha amiga do que muita gente do meio. Porque não é uma questão exatamente de interesses em comum, mas de clima. O nosso clima é mais parecido. A gente está mais para o Empanadas do que para o Dry – não que eu me orgulhe disso, é apenas um fato.

That means… tudo é relativo mesmo. A moda pode ser legal e te trazer coisas boas, como o desfile do Ronaldo Fraga, a Lu Bugni ou uma festa em que você bebe tudo o que consegue ingerir gratuitamente.

Fila A, fila B – resoluções finais

Primeiro, um vídeo que para mim resume toda a lenda da fila A.

Segundo, uma constatação. Fila A é chato. Só não é chato se você senta do lado de Regina Guerreiro, ou Paulo Martinez, ou Alcino Leite Neto. Tem mais gente legal na fila A, mas não quando eles estão sentados lá.

Terceiro, uma cena: uma mulherzinha sentou no lugar de Laïs Pearson na primeira fila de Samuel Cirnansck. Tadinha, desavisada. Para quem não sabe, dona Laïs, 81 anos, é história viva de moda nacional. Ela já foi professora antes de existir a Anhembi Morumbi, e é jornalista das mais antigas de moda brasileira. Dona Laïs sentou-se na fila B, disse “fica aí, querida”, e falou a frase que resume tudo o que eu acho que os jornalistas de moda em geral deveriam pensar.

“Podendo enxergar e tendo material para trabalhar, tudo bem”.

Ofereci meu lugar pra ela – eu estava na fila A. Ela também não quis. Dona Laïs desfilou para Ronaldo Fraga.

Quarto, uma frase: jornalismo de moda não se faz da fila A. Jornalismo de moda pode sentar na fila A, mas não se faz de lá.
Lembre-se disso. Eu vou procurar me lembrar sempre.

Gíria do momento

Não, não é mára. Aliás, acho mára bem travecão demais, nunca usei – e pouquíssimos amigos meus usam, portanto NÃO É A GÍRIA DO MOMENTO, nem vem.

A gíria do momento é…
VAMO QUE VAMO.

Jana usa. Eu uso. Fabia Bercsek usou no fim de um e-mail para Jana. E Regina Guerreiro usa logo no começo do seu texto para a TNG de inverno 2009 (ela usa a versão formal “vamos que vamos”, mas vale).

E VOCÊ, JÁ TÁ USANDO VAMO QUE VAMO?

ATUALIZAÇÃO: Gloria Kalil usou “vamo que vamo” na reunião de pauta do Chic de hoje. JÁ É.

É hora de revisão de 2008!

Lembra que em dezembro de 2007 eu fiz uma revisão do ano? Não, né? Mas eu lembro que eu fiz. haha

Fiquei com vontade de fazer uma de 2008!

2008 foi ano de:

. Perceber que o jornalismo de moda é antes de mais nada jornalismo. E que nós somos peões, por mais que nossos jabás sejam mais bonitos que os dos colegas. Perceber também que dá mais audiência falar de coisa barata e bacana do que falar de coisa cara e inalcançável – e além da audiência, é muito mais legal!
Jornalismo é uma profissão bizarríssima. A gente reclama de plantão, reclama de cansaço, reclama de pouco dinheiro… mas no fundo a gente ama e só sabe fazer isso.

. Trabalhar com REGINA GUERREIRO! Vish!

. Ficar AINDA MAIS IRRITADO com meu peso e depois chegar à conclusão de que isso é uma besteira. Quero continuar comendo, e muito, e bem. Eu descobri que gosto de comer tanto, mas tanto, que até fiz um blog esse ano por causa disso (o blog está largadinho nesses últimos tempos, a gente sabe, mas vai voltar, prometo)! Como salada pra caralho, almoço direitinho. Ou seja, sou saudável. E tomo cerveja pra caralho também. Então, que se foda.

. Assistir a filmes franceses compulsivamente.

. Morar sozinho! Já era hora, não? Aprendi que dá trabalho mas que se você desencanar às vezes a casa não cai – e a multa da conta atrasada é foda, mas não é o fim do mundo. Eu tenho que agradecer a Bia, que é uma fofa e cuida muito mais da casa que eu. O Teatro da Vida está tranqüilo, em paz e precisando trocar o rejunte do banheiro, mas tudo bem!

. Mudar de emprego. Dá saudades do Chic, sim. Mas na verdade eu já estava com saudades do Chic quando eu estava no Chic, no primeiro semestre.
Quem entendeu, entendeu.
O Abril.com significa muitas outras coisas. E significa que às vezes… o seu hype pode vir em dinheiro, mesmo!!! Surpreendente!

. Descobrir que sexo casual, ao contrário do que minha educação católica insistia em gritar na minha cabeça, é ótimo. Faz bem pra pele. Reanima. E o melhor de tudo é que o participante do seu sexo casual não precisa ser nada, só precisa saber fazer sexo! Ele pode ser feinho, bizarro, completamente nada a ver com você.
Mas pense: já foi difícil eu me convencer que traição não era o fim do mundo. Sexo casual, então… demorou tudo isso. Daqui uns anos eu viro sadomasoquista! Mentira, não viro, não.

. Descobrir mais do que nunca que a Liberdade é a minha segunda casa.

. Me apaixonar por uma pessoa certa. E por VÁRIAS pessoas erradas. Se é que esse conceito de certo e errado ainda vale na PÓISH-MODERRNIDADHI, né, minha gente?

. Encontrar MAIS AMIGOS AINDA! Eu ainda não entendi como consigo ter tantos amigos. Deve ser meu lado geminiano. Quem me conhece muito bem – acho que a pessoa que melhor pode falar disso além de mim é a Tata – sabe que eu tenho “fases de amizade”. Pode ter três meses que eu me sinto superbem com uma pessoa, e falo com ela praticamente todo dia e sei tudo da vida dela. Aí, de repente, bate alguma coisa e eu já não consigo mais ser tão ligado àquela pessoa. Depois de umas semanas ou uns meses, eu posso voltar a ficar superunido a essa pessoa. Acho que é uma questão de fases de vida, mesmo, porque nem todo mundo tem o mesmo ritmo e está a fim das mesmas coisas, dos mesmos programas e dos mesmos papos. Normal. Tem gente que não lida bem com isso – eu mesmo não lido bem, às vezes, quando eu sou o amigo “deixado”. Mas procuro entender, juro.
Fora isso: Mari & Raul + Jana, vocês são lindos.
E existem outras possibilidades amizísticas prontas para estourar em 2009! (antes que a brigue comigo!)

. Me apaixonar de vez por Brasília e de me apaixonar por BH, que devo confessar que não gostava muito. Também foi o ano de relativizar o Rio de vez – não gosto tanto. Talvez tenha perdido o encanto. É bacana, mas não me anima ir para lá como me animava antes. E “re”conheci Fortaleza – e foi muito bom!

. Entender mais alguns amigos. Entender menos outros.

. Beber muito. Dar muita risada. Passar por situações esquisitas. Ser feliz.

Fui feliz em 2008! E 2009, o que nos espera? Nas cenas dos próximos capítulos…

MAGIA CIGANA!
MAMBO CALIENTE!
UM NOVO MOMENTO PARA O TEATRO DA VIDA, SERÁ?
ENCONTROS E DESPEDIDAS?
MAIS CERVEJA, MAIS VARZEAMENTOS!
BEIJOS, ABRAÇOS, SEXO?
$$$?

AMOR?