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I won’t be your Yoko Ono

Uma das letras mais maravilhosas que existem. A letra que eu sempre quis cantar pra alguém. É assim:

I wonder if Yoko Ono
Ever thought of staying solo
If she thought of other men and
If she doubted John Lennon
Worrying that he’d distract her art

Sitting in the Apple sessions
Giving John her music lessons
Challenging the warring nations
With her paper installations
Did she guard her Yoko human heart?

Well, they could talk about me
Yeah, they could talk about me
Throw me to the velvet dogs of pop star history
But I won’t be your Yoko Ono
If you’re not good enough for me

Some will give their love for fashion
Others trade their gold for passion
I don’t have the goods to start with
Never had the reins to part with
Still, I hope you take me seriously

‘Cause I think I could go
Deep as the sea of Yoko
You don’t know a person like me
I could sell your songs to Nike
And for all you know
I could save your soul
As only true love can change your mind
Make you leave your screaming fans behind

When John called the wind an opera
Making love with every chakra
When he said her voice would carry
And when he whispered old Chuck Berry
Only then would Yoko set him free

Fame will come and vanish later
Transcendental love is greater
I think if we had this somehow
We’d be feeling famous right now
We’d be saying love is all you need

And they could rag about me
Yeah, they could rag about me
Throw me to the velvet dogs of pop star history
But I won’t be your Yoko Ono
If you’re not good enough for me

Oh, no… and I won’t be your Yoko Ono
If you’re not good enough for me…

Johnny my love

Do Beatle Photo Blog

Interesses

Me interessam a chegada do homem à lua,
a letra que significa ss mas não se parece com um ss,
o museu dedicado ao presidente Kennedy,
o jeito como aquele menino de 4 anos tropeçou e reclamou,
os cavalinhos que estavam de bunda e viraram de frente,
as lojas de fast fashion e suas inacreditáveis ofertas,
o fato da C&A se falar cunda e vender a marca Angelo Litrico,
a quantidade de folhas caídas pelo chão,
a quantidade de frutos do mar que comi até agora,
o refrigerante orgânico,
o fato de que talvez várias pessoas nesse trem não estejam pagando a passagem,
o filme de Almodóvar em que Berlim aparece,
aquela loja – estou passando na frente dela praticamente todos os dias e nunca entro – e
o sol, quando ele aparece,
os preços,
o menu do McDonald’s (gosto de comparar e ver as diferenças),
o gosto pela música eletrônica que eles têm,
o gosto por comida vietnamita que eles têm,
a pronúncia aproximada de “sweeter” e “suíta”,
a minha pronúncia inadequada de praticamente tudo (eu digo inválidenshtrasse e o taxista me corrige invalídenshtrasse, ele diz goodbye e eu digo hello),
os narizes,
a adaptação ao frio,
os tamanhos diferentes das cédulas,
o chocolate com embalagem que imita as cédulas,
o gosto das coisas,
a quantidade de estrangeiros,
o gestual das bichas na boate extremamente similar ao gestual das bichas na boate paulistana,
as rugas de Michael Stipe,
a quantidade de coisas pra se ver na estação central de trem,
a quantidade de coisas pra se ver em todos os lugares,
a pele branquíssima, branquérrima, extrema e surpreendentemente mais branca que a minha
e os músculos da sua perna.

De onde você tirou esses músculos todos, Claudia Raia?

banda preferida de todos os tempos, agora?

Beatles. Da minha época mesmo, eu amo Everything but The Girl, mas é dupla, né, não é banda… Serve Os Princesa?

Ask me anything

Hey, Patty

Patty Boyd
só você pode ter George Harrison e aparecer assim na capa da Vogue Itália de 1969?

Vou chorar

(L) (L) (L)
Isso junto muita coisa que eu amo.

Adaptação do livro de Haruki Murakami, meu marido.

O dia que Twiggy cantou uma música de John Lennon

Exótica…

Questionário Dourado com Talita Denardi e Eduardo Viveiros

Duas pessoas que me conhecem muito.
De um lado, o único ex-namorado que virou amigo, uma espécie de milagre.
Do outro, a melhor amiga.
Essas duas pessoas me conhecem há mais tempo do que muita, muita gente, e me conhecem muito bem.
O contrário também vale.
E esse questionário dourado foi especial: ele foi realizado em uma dobradinha, ao vivo (e não por email) e com a ajuda de algumas tantas cervejas.

Atenção, esse é o…

QUESTIONÁRIO DOURADO COM TALITA DENARDI E EDUARDO VIVEIROS


O que vocês talvez não saibam é que eles já foram patinadores profissionais

1. Me conta uma coisa que você fazia há 5 anos e não faz mais.
T. Eu fazia curso de francês.
E. Eu namorava você.

2. Me diz um filme que você gostaria de ter feito, e o porquê.
T. Eu gostaria de ter feito Kill Bill porque é a coisa mais linda que eu já vi na minha vida. O UM!
E. Ah, Os sonhadores, né? Só pra entrar no backstage.
T. No backstage ou no backdoor?
E. Ah, nos backstagesss, né?

3. Me diz uma coisa que você comprou e nunca usou. Por que você nunca usou?
T. Já comprei coisas que nunca usei porque acabei dando de presente. Mas é a única situação que consigo lembrar.
E. Lembro de ter comprado uma calça num bazar que era horrenda. Aí vendi no SuperCoolMarket por 5 reais. E já comprei vários livros que nunca li. Fiz a louca do sebo. Tipo a biografia da Xuxa?
T. Pode ser um personagem. Tipo “a louca do sebo”! Ssssh! Ssssh! [não me lembro exatamente porque essa sonoplastia existiu]

4. Qual é a fase da sua vida que você quer lembrar pra sempre?
T. Nossa, que profundo.
E. Olha, não tenho a memória muito boa… Já esqueci!
T. Peixinho dourado!
E. Mas lembro quando tinha 13 anos, e era uma época muito especial. Era 94 e tal. Ah, quero? [pensando consigo mesmo] Eu não quero lembrar pra sempre!
T. Sei lá… Acho que nenhuma… Não quero lembrar de nada pra sempre.

5. Qual é a palavra que você está usando muito agora?
E. “Pitéu”. Meu adjetivo favorito nesse momento.
T. “Exatamente”.
E. Você tá falando comigo ou é essa a palavra?
T. Exatamente.

6. Me conta uma coisa muito exótica que você amava nos anos 90.
E. Edson Cordeiro.

[A cara, o jeito, a alegria do Planeta…]
T. 7 Melhores da Jovem Pan. Eurotrash.

7. Me fala o que te faz rir muito, e o porquê.
T. O YouTube, porque “tem de tudo, é um sucesso” [cantando].
E. Eu não rio muito, né? Mas a vida, os personagens que aparecem. Porque a vida é um moinho, né? O mundo.
T. O Moinho Santo Antonio?

8. Que personagem de novela você gostaria de ser? Por quê?
T. Heleninha – bebe-muito-quebra-tudo.

E. Ai, não sei. Novela? O Vlad. Porque ele era foda, né, mordia todo mundo e era engraçado. Bem extrovertido.
[pfff, EXTROVERTIDO?]

9. Me diz um defeito seu e um defeito meu.
E. Ah, Jorge, lavar prato, é isso? [pensando melhor no que falou e se corrigindo] É roupa. Suja.
T. Querer ter razão em tudo é um defeito nosso.
E. Pensei e esqueci… [lembrando do defeito] É a minha memória! E um defeito seu?
T. É “não esquecer” – a louca!
E. Um defeito seu é seu péssimo gosto pra homens.
T. Óóóóó!

10. Qual é a música mais linda que você já ouviu?
E. Ever? Vamo ver aqui… [olhando o Ipod] Essa aqui, quer ver… [procurando] Como é aquela…
T. Aquela música assim… fala assim… “nananana”
E. Aquela dos Beatles – “She’s leaving home”.

T. “Gold in the air of summer” – Kings of Convenience.

É nessas sextas com cerveja que eu sei que meus amigos são um barato.

Step Inside Love


Beatles no Anthology vol. 3 – nem parece Beatles! mas é!


Cilla Black em versão acústica


Cilla Black na versão original


Wayne Wade na versão REGGAE!!!


McCartney mostra a música pra Cilla

I got to admit

oh, boy.