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A NINFETA BIA BONDUKI CHEGOU TRAZENDO MUITA SAUDADE NA MALA

Pára, Beatriz, de querer ir almoçar comigo! Você só me sufoca com esse afeto árabe! Eu quero almoçar na Liberdade para ser LIVRE!

Janaína Rosa

Depois de 17 mil anos sem te ver, tenho uma proposta cigana pra você.

DIZEM QUE VAI ROLAR NA SEXTA um karaokê na Liberdade, mas não o da Mama. É um outro que tem executivo japonês e puta loira.

Acho a nossa cara, afinal eu sou loira e puta e você é executiva e japonesa.

Mas vamos deixar as possibilidades em aberto. Não se esqueça que eu te amo e que a gente pode seqüestrar o Paulo Martinez a qualquer momento para ele ser stylist SÓ DA GENTE E DE + NINGUÉM, por que afinal, Supla, o que é o destino?

Beijo, me twitta!

Donna

Plastic City, freedom neighbourhood

Confesso que… estou morrendo de vontade de assistir Plastic City. Tenho pelo menos cinco motivos.
1) É japonês e tem sangue – adoro filmes japoneses com sangue.
2) É de vingança – adoro filmes de vingança.
3) Acontece na Liberdade (!!!).
4) Tem Paulo Vanzolini na trilha. Pois é, como assim, né? Volta por cima!
5) Jô Odagiri. Gato.
Tipo BEM GATO.
Tipo TATUADO.
jo-odagiri-plastic-city

Olha como ele é incrível:

Essa é uma música que ele gravou, Cherry the dustman.

Ele é um japa hippie como eu, talvez por isso eu o ache tão interessante.
jo-odagiri

Motivo extra: Phellipe Haagensen – como se não bastasse o Odagiri-san.

Diz que vai estrear em maio no Brasil. Vamos?

Curiosidade boba: a figurinista de Plastic City, Cristina Camargo, é a mesma de Central do Brasil, Terra estrangeira, Carandiru e outros. Legal, né?!

É hora de revisão de 2008!

Lembra que em dezembro de 2007 eu fiz uma revisão do ano? Não, né? Mas eu lembro que eu fiz. haha

Fiquei com vontade de fazer uma de 2008!

2008 foi ano de:

. Perceber que o jornalismo de moda é antes de mais nada jornalismo. E que nós somos peões, por mais que nossos jabás sejam mais bonitos que os dos colegas. Perceber também que dá mais audiência falar de coisa barata e bacana do que falar de coisa cara e inalcançável – e além da audiência, é muito mais legal!
Jornalismo é uma profissão bizarríssima. A gente reclama de plantão, reclama de cansaço, reclama de pouco dinheiro… mas no fundo a gente ama e só sabe fazer isso.

. Trabalhar com REGINA GUERREIRO! Vish!

. Ficar AINDA MAIS IRRITADO com meu peso e depois chegar à conclusão de que isso é uma besteira. Quero continuar comendo, e muito, e bem. Eu descobri que gosto de comer tanto, mas tanto, que até fiz um blog esse ano por causa disso (o blog está largadinho nesses últimos tempos, a gente sabe, mas vai voltar, prometo)! Como salada pra caralho, almoço direitinho. Ou seja, sou saudável. E tomo cerveja pra caralho também. Então, que se foda.

. Assistir a filmes franceses compulsivamente.

. Morar sozinho! Já era hora, não? Aprendi que dá trabalho mas que se você desencanar às vezes a casa não cai – e a multa da conta atrasada é foda, mas não é o fim do mundo. Eu tenho que agradecer a Bia, que é uma fofa e cuida muito mais da casa que eu. O Teatro da Vida está tranqüilo, em paz e precisando trocar o rejunte do banheiro, mas tudo bem!

. Mudar de emprego. Dá saudades do Chic, sim. Mas na verdade eu já estava com saudades do Chic quando eu estava no Chic, no primeiro semestre.
Quem entendeu, entendeu.
O Abril.com significa muitas outras coisas. E significa que às vezes… o seu hype pode vir em dinheiro, mesmo!!! Surpreendente!

. Descobrir que sexo casual, ao contrário do que minha educação católica insistia em gritar na minha cabeça, é ótimo. Faz bem pra pele. Reanima. E o melhor de tudo é que o participante do seu sexo casual não precisa ser nada, só precisa saber fazer sexo! Ele pode ser feinho, bizarro, completamente nada a ver com você.
Mas pense: já foi difícil eu me convencer que traição não era o fim do mundo. Sexo casual, então… demorou tudo isso. Daqui uns anos eu viro sadomasoquista! Mentira, não viro, não.

. Descobrir mais do que nunca que a Liberdade é a minha segunda casa.

. Me apaixonar por uma pessoa certa. E por VÁRIAS pessoas erradas. Se é que esse conceito de certo e errado ainda vale na PÓISH-MODERRNIDADHI, né, minha gente?

. Encontrar MAIS AMIGOS AINDA! Eu ainda não entendi como consigo ter tantos amigos. Deve ser meu lado geminiano. Quem me conhece muito bem – acho que a pessoa que melhor pode falar disso além de mim é a Tata – sabe que eu tenho “fases de amizade”. Pode ter três meses que eu me sinto superbem com uma pessoa, e falo com ela praticamente todo dia e sei tudo da vida dela. Aí, de repente, bate alguma coisa e eu já não consigo mais ser tão ligado àquela pessoa. Depois de umas semanas ou uns meses, eu posso voltar a ficar superunido a essa pessoa. Acho que é uma questão de fases de vida, mesmo, porque nem todo mundo tem o mesmo ritmo e está a fim das mesmas coisas, dos mesmos programas e dos mesmos papos. Normal. Tem gente que não lida bem com isso – eu mesmo não lido bem, às vezes, quando eu sou o amigo “deixado”. Mas procuro entender, juro.
Fora isso: Mari & Raul + Jana, vocês são lindos.
E existem outras possibilidades amizísticas prontas para estourar em 2009! (antes que a brigue comigo!)

. Me apaixonar de vez por Brasília e de me apaixonar por BH, que devo confessar que não gostava muito. Também foi o ano de relativizar o Rio de vez – não gosto tanto. Talvez tenha perdido o encanto. É bacana, mas não me anima ir para lá como me animava antes. E “re”conheci Fortaleza – e foi muito bom!

. Entender mais alguns amigos. Entender menos outros.

. Beber muito. Dar muita risada. Passar por situações esquisitas. Ser feliz.

Fui feliz em 2008! E 2009, o que nos espera? Nas cenas dos próximos capítulos…

MAGIA CIGANA!
MAMBO CALIENTE!
UM NOVO MOMENTO PARA O TEATRO DA VIDA, SERÁ?
ENCONTROS E DESPEDIDAS?
MAIS CERVEJA, MAIS VARZEAMENTOS!
BEIJOS, ABRAÇOS, SEXO?
$$$?

AMOR?

Que coisa estranha

Como é que eu sei me localizar na Liberdade por INSTINTO?
É um gene japonês, é isso?

Tipo um dia de beauté versão pobre e para meninos

A gente já tem o dono das nossas cabeças, sobre o qual eu já falei aqui: é ali no Metrô Boulevard Tatuapé etcetc.

Agora nós temos o novo dono da nossa CARA.
A barbearia mais bacana é japonesa e fica na Liberdade – mais precisamente na Thomaz Gonzaga, 61. Sabe aqueles lugares que parece que rolou uma direção de arte? Pois é. Eu não me lembro o nome do senhor que me barbeou mas ele é incrível – dá direito a toalhinha quente, e ele raspa a sua nuca se ela for peluda também.
A loção pós-barba que ele passa é com álcool, o que todo dermatologista diz que é errado: mas foda-se, eu passo loção pós-barba com álcool até hoje e a minha pele continua LINDA.
HAHAHAHA

O que importa é que fazer a barba lá é uma experiência e tanto – atenção para a cadeira AUTOMÁTICA. Levei um susto quando ela funcionou.
E custa apenas: R$ 12!

Um outro porém:
Eu: Então, eu não sei se eu queria aparar ou raspar…
Ele: Raspa. Você não fica bem de barba.
Eu: Tá, mas então deixa aqui ao redor que eu gosto e…
Ele: Não, raspa.
E ele simplesmente IGNOROU os meus pedidos, porque visagista japonês é assim, meu bem, ele faz o que acha melhor para você.
Então tá. Agora estou me sentindo a SERRA PELADA.

Um dos meus sonhos de consumo

Se um dia eu for muito rico, farei coisas babacas do tipo comprar todos os lamens instantâneos importados que ficam à venda naquele mercado da Galvão Bueno, da Liberdade.

Bom, já que eles são baratos mas eu não sou rico, compro de vez em quando, um ou outro. Ontem comprei um com curry, que eu comi hoje. Era Bifun, na verdade. Bonzinho.

Isso é o pior: nenhum é realmente satisfatório. Mas mesmo assim eu continuo comprando.