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Visita guiada – Caras Moda, inverno 2009

Sim, ela chegou nas bancas!

Vamos?

Pág. 16: Bom. Melhor não me perguntar. Sim, esse sou eu. A Erika Ikezili assistiu o processo, inclusive. Jum Nakao também. Posso me esconder do mundo agora?
Pág. 20: AMEI a direção de arte dessa Caras, de longe é a minha preferida.
Pág. 60: um dos melhores textos de Regina que eu já li, sobre a Forum.
Pág. 62: “Cheguei, rendei, ofusquei… e fui!”
Pág. 80: a seção mais genial. “Se eu fosse a primeira dama…”.
Pág. 144: OBA, that’s me! Claro que a parte das pérolas de MAJORCA não fui eu que inventei – eu só tinha colocado “pérolas” mesmo… Eu adoro a frase “Não vai entrar numas de estourar o cartão de crédito, porque ‘descrédito’ é barra pesada'”.
Pág. 152: “sem luto, vamos à luta”. Um dos meus textos preferidos dessa edição.
Pág. 156: minha melhor frase da temporada – “mais ecléticos do que banda de formatura!”.
Pág. 160: não sou mais eu, tá, essa parte do tricô é da Regina.
Pág. 166: minha homenagem a Antonia e Jana, a seção… “Qual é o seu rolê?”.
Pág. 170: cortaram o texto. Eric Daman, o figurinista de Gossip Girl, já foi assistente de Patricia Field em Sex and the city. Tá explicado, néam?
Pág. 174: espanto, Regina não mudou UMA LINHA desse meu texto!
Pág. 178: “é só pra peixe sem dente, ninguém quer ser boi de piranha…” – a Talita não entendeu, e você?

Beijos, tchau!

Pelo que entendi


Confessions of a shopaholic não poderia vir em hora melhor. É a história de uma mulher consumista louca que se afunda em dívidas e vai ter que aprender “o que é realmente importante na vida”.

Coisa que todo americano (e qualquer um que viva em uma sociedade capitalista e esteja na classe média, quem sabe) deveria aprender também.

Então, faz sentido. Certo?
Certo. O que não faz sentido é uma seqüência de Sex and the city.
Gastar dinheiro agora é ca-fo-na. Sex and the city nunca esteve tão datado. Ainda mais porque, na hora da crise, o sexo fica muito mais prático. Ele é de graça. Não precisa ser discutido & pensado & colocado em teorias – isso é coisa de mulherzinha, e tem coisa mais out que mulherzinha? Ombros fortes, amigas. Chega de girl power – let’s have some woman power. Estou exagerando, é verdade, mas deu para entender, né?

Além de tudo isso, acho o “fashionismo” de SATC, nessa atual conjuntura, tão risível e idiota quanto Paris Hilton. Essa montação fake só serve para festinhas de montação, mesmo. No dia a dia, quanto mais prático e mais neutro for, melhor – focus on work, vai.

You know, it doesn’t keep me warm

Ignorem as figuras. Minha irmã mandou a música para mim – a gente conheceu pela primeira vez no álbum solo do Renato Russo, o Stonewall Celebration. E ela vivia dizendo que já tinha ouvido outra versão no rádio – a versão do Renato Russo é toda sombria, com órgão, meio deprê, essa é mais felizinha.

Em outros tempos, teria me emocionado muito com a descoberta. Na atual conjuntura, acho bacana, e só. Não é uma questão de insensibilidade, mas de timing.

Aliás, já falei dessa música antes, em outra versão ela é trilha do filme Sex and the City.

Obs.: vá até o fim do vídeo, o cara que aparece no final, que é provavelmente quem fez essa montagem SUPER dos palhacinhos tristes, é bem gatinho. Quer dizer, I would hit it, sei lá. Talvez seja por causa da atual conjuntura. HAHA

You were a singer in a bar in 1972

“There is a sense now that singles are perhaps trying to be seen, seeking out eye contact on the bus more, watching for being watched, noting where they were at certain times of the day; the corner of this and that, this concert, that art opening, this grocery store. Maybe, just maybe, someone would spy you looking at just the right album at just the right time, in just the right record store and know you were destiny wearing a white sweater and grey jeans” – na Nylon de novembro, sobre o Missed Connections na Craiglist.

O Rio de Janeiro tem Missed Connections na Craiglist, aliás.

“It was November of 1972. I met you outside on the patio of the Hotel Sao Francisco. You are about 58 years old now. I was an American sailor, a turist. We spent the afternoon together. You were a very good looking Brazilian girl. If you answer this, I would like to talk with you. I might also have promised you a present 36 years ago. It will have to come in the mail these days, but answer if you think this is you. By the way, your friend was about 6 months pregnant at the time”

Por dois segundos, eu quase acredito em Hollywood e em trilha sonora de romances que ultrapassam idade, tempo, distância, medo.

Isso é PUREZA, e esse post é dedicado a Bruna Beber.

Existe uma mudez

e era exatamente isso que eu
– não meu ego –
que eu queria.

O Sex and the city existe.
Isso é espantoso.
Estar nele não me deixa exatamente confortável.
É estranho e – sim, confesso – divertido.

Está criada a tag – que é cafona, porém precisa. Provavelmente não será muito utilizada, ainda mais aqui. Mas… quem sabe?

Sex and the City é uma série fashionista?

Calaboca.

O negócio é Absolutely Fabulous.

“Suzy Menkes, HELP ME YOU BITCH!”
Lovely, indeed.

Peguei aqui.

Antes que eu me esqueça

Ela também usou.


Sex wearing Panama

Agora eu justifiquei total, vai? Diga aí.

Entrevistado!

Saiu uma entrevista comigo no Bainha de Fita-Crepe! Adorei as perguntas, bem pertinentes, mas é só para quem se interessa bastante por jornalismo de moda, mesmo – não espere coisas tipo “Qual a última roupa que você comprou?”.

você também encontra entrevista com Natália D’Ornellas (da L’Officiel), Alcino e Vivi (da Folha) e Simone Esmanhotto (ex-Elle, e autora do informatívíssimo C’est Sissi Bon). Tô adorando essa coisa de entrevistas com o meio – é bacana porque é mais espaço virtual para discussão boa, enriquece o nosso trabalho.

E adorei a frase do Alcino: “Ao invés de assistir Sex and the City cinco vezes, assistir pelo menos uma vez Les 400 Coups (Os Incompreendidos, François Truffaut, 1959), por exemplo”. É isso aí. Sarah Jessica, você me diverte mas desculpa, o Truffaut me torna um ser-humano melhor.

Aliás, saiu a programação completa da mostra da Helena Ignez que eu falei no post anterior (veja atualização) no Guia da Folha (sem sinopses…) e também recebi uma programção de uma mostra do HSBC sobre Ingmar Bergman. Ui, que cult!

We all need a little tenderness

Eu nem tinha me tocado, mas aí vi a letra no It Girls e pensei – uai.
SIIIM. The heart of the matter, uma das minhas músicas preferidas, está na trilha de Sex and the city!!!

Essa música me fazia chorar em… 96? É, eu sei – eu nem tinha idade para chorar direito!

A versão do SATC é da India Aire. Em 96, eu ouvia a versão do… RENATO RUSSO.


Que vídeo cafona, né?
A minha irmã lembra nitidamente de uma versão dessa música com uma mulher e violãozinho. Eu já procurei horrores e nunca ouvi. Enfim.

Seus tontos

Obviamente Sarah Jessica sabia muito bem que o chapéu dela era bizarrinho. Tudo que ela queria e esperava é que vocês dissessem isso em todos os sites, todos os tablóides, todos os lugares do mundo.


Tô gatinha? Foi a mãe da Vic que fez!

E toda vez que eu falo de Sarah Jessica eu imagino uma mãe tentando colocar as gêmeas sentadas decentemente em um par de bancos de ônibus. “JESSICA, NÃO PUXA O CABELO DA SARAH, JESSICA! MAMÃE TÁ MANDANDO, A CHINELA VAI CANTAR! ÔH, SE VAI!”.