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Captando forças terríveis

jooorge, e vc com cara de adolescente aqui no segundo bloco, hein? http://mtv.uol.com.br/scrap/programas/assista-o-scrap-mtv-na-integra-2408

Fiquei meio chocado. O que uma falta de barba não faz???

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Dá licença!

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“SAI BICHA, DEIXA EU ME EXPLICAR SOBRE ESSE MEU CABELO HORROROSO NO MICROFONEEE!”

Comemoração dos 50 anos do Michael Jackson

VMA 2008 comprova: pegar no pipi em números musicais voltou a ser moda.

Três camarins, por favor

Britney, você pode estar normalzinha demais pro meu gosto, mas pelo menos a sua lista de pedidos para a apresentação no VMA de hoje me fez rir um pouco.

. Três camarins, sendo que
   . um com um espelho de 360º, ou seja, imagino um quarto todo espelhado;
   . um com equipamento de pilates;
   . um com os dez figurinos que ela deve escolher na hora. A gente torce por algo bem cafona.
. Velas cheirosas.
. Uma pessoa para ajudá-la a se vestir.
. Uma profissional de massagem (mesmo, isso não é uma metáfora, ela não pediu uma puta).
. Vegetais no vapor.
. Sushi.
. Cabala. (? Não sei o que ela quer dizer com isso. Ela quer todos os mistérios dentro de uma caixa? Um livro? Um professor? Um espaço para meditação? Ou é só para causar e fingir que é a nova Madonna?)
. Tigela de frutas frescas.

E SÓ.

Onde estão as toalhas brancas de algodão egípcio? Onde está a conexão wi-fi? As 45 garrafas de Jack Daniels? As pedras quentes e vulcânicas para massagear os pés? Os trinta e cinco cabeleireiros para cuidar do megahair cagado?

Humpf! Não se fazem mais cantoras como antigamente!

Eu prometo que depois desse post não falo mais

As matérias sobre Brasília para o Chic:
When in Brasília: o que o fashionista precisa conhecer da capital
Balanção do Capital Fashion Week

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Eu gosto tanto de Brasília que eu sempre volto péssimo, passando mal no avião.

OK, eu confesso: sempre volto péssimo porque sempre volto de ressaca.

***

Ouvi a Marimoon tocando no Dulcina.
O som dela é surpreendentemente bom.
Ela é obviamente meio boba – e eu obviamente meio bêbado ainda fui conversar com ela. Pegamos o mesmo avião ontem e ela não olhou na minha cara.
Aliás, achei o programa dela na MTV bem fraco, assisti enquanto estava em Brasília.

***

Nessa viagem comecei a entender melhor a cidade. Mas continuo apaixonado por ela. Aliás, acho que até mais.

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Fiz alguns posts no PobreTambémCome sobre lugares de Brasília – passa lá!

Porque amamos Britney

BritneyNoVMA2007

Ela é escrota. Ela não só é uma viciada em junk food, como PARECE com uma junk food. Sério: dá para ver claramente que ela só come porcaria. Ela tem pancinha. Ela tem cabelo feio, mau gosto nas roupas. Fuma na frente dos filhos. Dá vexame no palco.

Britney é a paródia do que o mundo das celebridades se tornou hoje. Ela desestabiliza. Ou melhor: ela prova, com a sua própria existência e continuidade de carreira, que o mundo está mesmo surreal. Que, na verdade, não amamos as celebridades porque elas são como deuses do Olimpo, em quem espelhamos nossos desejos e frustrações.

É outra coisa que está em jogo. Celebridade é o Zé Pilintra que mora no coreto da pracinha do interior, é a Marizete filha da Dona Josefa da vendinha que todo mundo diz que não é lá muito certa das idéias e sai com todos os meninos da região. Celebridade é a cafetina que deixa todo mundo de queixo caído quando aparece na igreja, é o Seu Januário que ficou viúvo e agora mora com as duas cunhadas solteironas e, comentam por aí, dá conta das duas.

Celebridade é quem dá assunto.

Ainda vou pensar um pouco mais nisso e depois retomo o tema. O que sei é que:

“Britney Spears’ controversy-crammed life may have weakened her public image, but it hasn’t necessarily hurt her career.

Blackout sold an estimated 124,000 albums the first day of its release Tuesday and is set to become Spears’ fifth consecutive number one album, according to Nielsen SoundScan data.”

Leia tudo na USMagazine (em inglês).
E recomendo a coluna Vida Pop, de Miguel Sokol, da Rolling Stone de outubro (a com o Faustão na capa). Transcrevo um trecho abaixo:

“Com a expressão de uma replicante do filme Blade Runner, ela ridicularizou as coreografias pasteurizadas, subverteu o playback, achincalhou a ditadura da beleza, mangou da MTV, troçou de si mesma, zombou dos fãs, desenlatou o pop, ao vivo para todo mundo ver”.

Obs.: a gente gostou de Blackout. Dra. Vodca também recomenda.