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São Paulo Fashion Bitch

Com um certo atraso.

OK: amei Alexandre feminino, amei Rosa Chá e achei Alexandre masculino muito emo, mas é só birra minha (é que eu não conseguiria usar um xadrez branco e preto sem pensar nos emos do metrô Liberdade, mas claro que não dispenso aqueles casacos maravilhosos de alfaiataria).
Amei Do Estilista, de coração.
Amei Neon, também, e queria ter uma bata de estampa de borboletas lissérgicas só pra mim.
Amei os acessórios da Gloria Coelho e da Simone Nunes e da Fabia e do Alexandre masculino e da Maria Garcia.
Amei os tricôs da Fabia.
Gostei bastante de Amapô, bastante mesmo, mas não amei como muita gente amou.
Aliás, tô amando os anos 90 da Amapô e da Maria Garcia.
Gostei de Gloria Coelho, mas gostei mais da coleção passada dela.
Eu sou da turma que gostou de Fause Haten – mas não, não gostei dele cantando.
Tô amando tricôs, mas sou alérgico.
Não assisti Osklen.
Não assisti Isabela Capeto, mas gostei.
Achei Cavalera meio fraco.

Beijos.

Água de vestir

Matéria minha no Abril.com sobre o tema MAR na moda de verão 2009.
Gente, o mar tava com tudo. O nível do mar também subiu na moda.

Da esquerda para direita: Ellus, Cantão, TNG, Maria Garcia

Em homenagem… Sheila Mello, claro:

Ela é tão fashionista que vira água, né, pessoal?

QUINZE ANOS?!

Se Exile in Guyville, o álbum de estréia de Liz Phair, fosse uma garotinha, estaria preparando sua festa de debutante. Há QUINZE ANOS, Liz fez essa pérola que deixou meu coração mais quentinho: um álbum temático que responde Exile on Main Street, dos Stones, faixa por faixa.
Confesso que eu nunca ouvi Exile on Main Street inteiro. Mas Exile in Guyville, esse eu ouvi até furar. Segundo a Nylon americana de julho – que eu li pelo maravilhoso Mygazines.com – o álbum será relançado com quatro faixas inéditas e um DVD com o making of filmado pela própria Liz.
Liz Phair é a mulher mais cool do mundo ao lado de Kim Gordon (também tem um artigo com a Kim na Nylon) – mas eu sou mais Liz do que Kim. Eu acho que a Maria Garcia devia fazer uma coleção inspirada na Liz Phair.
Porque afinal, a Camila Cutolo é a garota mais cool do Brasil – é, eu sei, eu sou super puxa-saco da Camila Cutolo mas não consigo me segurar.

E quem quiser me dar essa nova edição do Exile in Guyville: fique à vontade.


You put in my hand a loaded gun than you told me not to fire it

Os textículos

. Pedro Lourenço
. Maria Garcia
. Mario Queiroz
. Simone Nunes

Fala, Eloysa!

Começo dizendo logo que adoro a Eloysa Simão, da Dupla Assessoria, que organiza o Fashion Rio (e + um monte de eventos).
Primeiro porque o negócio dela sempre passa pelo $$$. Moda, sim, mas a feira de negócios está lá, firme-forte-e-gorda. E precisa ter alguém que se preocupe mesmo com o capital. Dizem que o Fashion Business é mesmo um sucesso. E aí tem gente que reclama que o Fashion Rio é muito voltado para o lado comercial – mas enfim, alguém tem que sobreviver, né? Eu não acho ruim, não.
Segundo porque Eloysa sempre foi simpaticíssima comigo, desde que eu era um estagiotário. E continua simpática. Isso conquista, não tem jeito.

Mas eis que Colcci, Reserva e Maria Garcia entram no line-up do SPFW e todo mundo fica preocupado, achando que o Fashion Rio está na pior na comparação entre as marcas participantes dos dois eventos. Só para lembrar: Animale saiu na temporada passada e veio para o SPFW também.

Bom, a assessoria do Fashion Rio me mandou duas declarações oficiais de Eloysa. Aí estão:

Colcci

– Sofro pelo afastamento afetivo da equipe da Colcci. Tenho uma admiração muito grande pelo trabalho da grife, mas não acho que isso vá mudar em nada o Fashion Rio. O que tem trazido cada vez mais respeito nacional e internacional ao evento é o casamento da passarela com os negócios, e esse foco vai continuar. Temos apresentado resultados cada vez mais positivos no nosso mix de produtos como um todo. Além disso, esse afastamento era esperado desde que o grupo AMC Têxtil comprou a Forum e a Triton.

Reserva

– A Reserva já não havia desfilado na edição passada do Fashion Rio. E não constava mais no nosso line-up. Então, não se trata de trocar um evento pelo outro. Estamos cada vez mais fortes com o casamento entre passarela e negócios, e os preparativos para a edição de primavera/verão caminham conforme o planejado. Um evento que tem a participação de quase 200 grifes, entre passarelas e negócios, não pode ser colocado em xeque cada vez que o mercado apresenta movimentações que são naturais em todos os lugares do mundo.

Pronto, tá dito. Firmô?