Joga uma purpurina na cara, vai


The Cockettes


Dzi Croquettes

Acho que gosto mais da nossa versão tupiniquim, mesmo, mais tropicalista e quente!
O filme é bem bom, tem que ver, mas desnecessário o momentinho da diretora perguntando pros entrevistados se eles lembravam dela (ela é filha de um dos profissionais técnicos que acompanhou o Dzi Croquettes durante a fase final deles, pelo que entendi); e também senti falta de saber qual a ligação real do Dzi com o Cockettes, se eles chegaram a se conhecer, se no início era uma cópia ou era apenas uma inspiração de longe, sei lá.

Mas vale!

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Uma resposta para “Joga uma purpurina na cara, vai

  1. Ah, achei essa parte da diretora perguntando sobre ela mesma legal. Explicita uma relação que é importante para o resultado do filme. Achei bonitinho, até, quando a Marília Pera fala da diretora.

    Agora, você ouviu quando ela narra assim, “meu pai dizia que bicha, quando morre, vira purpurina. Ele virou purpurina em 1980”. Será que o pai dela era gay?

    PS: O que me irritou, mesmo, foi o começo, quando fazem uma edição para dizer que os Dzi Croquetes eram parte da resistência contra a ditadura. Achei um exagero enorme. Abrir com isso, ainda, foi constrangedor.

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