Sganzerla, esse gênio

“Chegou a hora dos filmes sujos e poéticos, impuros e pretensiosos, das formas novas para novos conteúdos. De um cinema de linguagem que falasse de política ou de banditismo sem respeito estético, adotando inclusive (…) uma liberdade obscena.” – matéria de Alex Viany na Tribuna da Imprensa, 05/12/1968, chamada Sganzerla ataca de bandido

“Na verdade, o que diferencia o artista moderno do acadêmico é, simplesmente, o fato de ele ser ou não inofensivo” – em 1968

“(…) E eu acho que, quando se faz um filme sobre o Brasil, sobre a realidade brasileira, não se pode ignorar o elemento mau gosto. É mesmo uma questão estética a utilização do mau gosto: se você não o utiliza, está falseando, está deixando de captar a realidade como ela é. Eu posso, amanhã ou depois, fazer um filme bonito, um filme plástico, mas, desde que seja sobre a realidade brasileira, terei de utilizar elementos de mau gosto, vulgares, cafajestes” – entrevista com Alex Viany, do Jornal do Brasil, 16/05/69, chamada Confissões e desafio de um bandido incômodo

Coloco mais depois.

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