Ney na filmagem de “Luz nas Trevas”, o filme de Helena Ignez no qual ele interpreta o Bandido da Luz Vermelha. (tirei daqui)
Quero tanto ver esse filme que fico até sem fôlego.
Ney na filmagem de “Luz nas Trevas”, o filme de Helena Ignez no qual ele interpreta o Bandido da Luz Vermelha. (tirei daqui)
Quero tanto ver esse filme que fico até sem fôlego.
Marcado com ai que calor, Helena Ignez, Luz nas trevas, Ney Matogrosso, O bandido da luz vermelha, sexualidade
Olha esse álbum desse cara do Orkut SÓ COM FOTOS DA HELENA IGNEEEZ!

Morri.
Não sei como ainda não fizeram uma coleção de moda inspirada nela. Ela é a mais fashionista do Cinema Marginal.
“Ela veio antes, por isso é errada assim”
Saiu uma entrevista comigo no Bainha de Fita-Crepe! Adorei as perguntas, bem pertinentes, mas é só para quem se interessa bastante por jornalismo de moda, mesmo – não espere coisas tipo “Qual a última roupa que você comprou?”.
Lá você também encontra entrevista com Natália D’Ornellas (da L’Officiel), Alcino e Vivi (da Folha) e Simone Esmanhotto (ex-Elle, e autora do informatívíssimo C’est Sissi Bon). Tô adorando essa coisa de entrevistas com o meio – é bacana porque é mais espaço virtual para discussão boa, enriquece o nosso trabalho.
E adorei a frase do Alcino: “Ao invés de assistir Sex and the City cinco vezes, assistir pelo menos uma vez Les 400 Coups (Os Incompreendidos, François Truffaut, 1959), por exemplo”. É isso aí. Sarah Jessica, você me diverte mas desculpa, o Truffaut me torna um ser-humano melhor.
Aliás, saiu a programação completa da mostra da Helena Ignez que eu falei no post anterior (veja atualização) no Guia da Folha (sem sinopses…) e também recebi uma programção de uma mostra do HSBC sobre Ingmar Bergman. Ui, que cult!
Publicado em cinema, eu eu eu, função, moda
Marcado com Alcino Leite Neto, Bainha de fita-crepe, C`est sissi bon, Elle, Folha de São Paulo, François Truffaut, Guia da Folha, Helena Ignez, HSBC, Ingmar Bergman, jornalismo de moda, L`Officiel, Natália D`Ornellas, Os incompreendidos, Sarah Jessica Parker, Sex and the city, Simone Esmanhotto, Vivian Whiteman
Voltei!
Heh.
Tenho algumas coisas para falar:
. Sobre a banda Kynna, da Lilian (aquela do “Oooo retraaato que eu te deeeei, se aainda tem não sei, maaas se tiveeeer, devooolvaaa-meeee”, mas não a Calcanhotto, né, gente?). Fui no show lá no Centro Cultural Vergueiro. Olha… é tipo como se os anos 70 nunca tivessem acabado. Tipo Júpiter Maçã numa versão Tutti Frutti, com solos de guitarra (não, Carlini, eles não vão me conquistar). Não sei, esperava outra coisa. Não gostei nada do figurino da Lilian em si, e achei tudo muito poluído, meio heavy metal nada a ver. Precisa de um stylist e um programador visual bom urgentemente. Fora isso, a versão de Miss Lexotan realmente é muito bacana. Ela não cantou Let it glow, saco.
. Já comeu o lanche novo do McDonald’s? Achei médio.
. A Casa de Quem! vai reinaugurar na sexta – passou por uma reformitcha e tal – eu vou, você vai?
. Tô com sono, e é muito difícil dormir sozinho.
. Daqui a pouco vai sair mais um texto sobre mais um filme de Pink Violence. E dessa vez… um filme recente!
. VAI TER MOSTRA COM HELENA IGNEZ NO CINESESC. Quem me conhece sabe: Helena Ignez é musa, apesar de que ACHO que quase fui atropelado por ela uma vez na Vila Madalena. Recomendo: A mulher de todos, no dia 17 às 21h, que disputa com O bandido da luz vermelha um lugar no meu coraçãozinho; e Copacabana mon amour, no dia 17 às 19h, com Sonia Silk, a prostituta mais louca do cinema nacional. Não encontrei a programação completa em lugar nenhum – aliás, o site do Sesc é tosco nesse sentido. Que raiva. Provavelmente deve ter mais filme na programação, mas-porém-todavia vou ficar devendo.
ATUALIZAÇÃO: o Eduardo me mandou o resto (e saiu no Guia da Folha, hoje). Recomendo também – Cara a cara, dia 15 às 19h, que se não me engano é o primeiro filme de Bressane. Eu já assisti e não me marcou muito, mas vale pelo valor histórico, néam? Tem também o nosso querido Bandido da luz vermelha às 21h do mesmo dia, que quem não assistiu TEMQUE. Estou curioso com o Nem tudo é verdade (16, às 17h, acho que não vai dar tempo de ver), e adoro Os monstros de Babaloo (escrevi sobre ele aqui). O signo do caos, 17, às 17h, do Sganzerla, eu também iria – mas também acho que não dá tempo… No auditório vai ter projeção de DVDs, pode ser bem bacana, se eu estivesse de férias corria atrás.
Publicado em amigos, cinema, eu eu eu, famosos, música, moda, risos
Marcado com A mulher de todos, Adriana Calcanhotto, Cara a cara, Casa de Quem!, Centro Cultural Vergueiro, Cinesesc, Copacabana Mon Amour, Devolva-me, Eduardo Viveiros, Guia da Folha, Helena Ignez, Júpiter Maçã, Julio Bressane, Kynna, Let it glow, Lilian Knapp, McDonald's, Miss Lexotan, Nem tudo é verdade, O bandido da luz vermelha, O signo do caos, Os monstros de Babaloo, Pink Violence, Rogério Sganzerla, Sonia Silk, Tutti Frutti
Não é um filme que todo mundo vai gostar. Eu sou realista e sei disso. Mas Falsa Loura tem VÁRIAS qualidades, vou tentar falar um pouco delas aqui.
. Djin Sganzerla. Ela é parecidíssima com a mãe (Helena Ignez), o que para mim já conta milhares de pontos porque sou megafã da Helena. Fora que ela está ótima no filme.
. Qual o real valor de uma música popular? Ela é alienante – ou ela salva? Muito mais do que uma história que cai no discurso-militante-de-esquerda de sempre, Falsa Loura mostra que a vida se encarrega de mostrar que o que a música diz não faz parte da realidade, mas está no terreno dos sonhos. Mesmo assim, a gente ouve e acredita – o homem precisa de sonhos para sobreviver?
. Trajetória heróica é uma trajetória de destruição de sonhos? Cair na real, ver que a vida é difícil, e sobreviver a isso. A partir do momento que os sonhos são destruídos… então, o que me move? Por que eu continuaria vivo, se os sonhos não existem?
. Os clichês nos tocam, não importa a nossa classe social. Somos unidos pelo clichê. Duvido que alguém não se emocione ao ouvir uma balada mela-cueca depois de terminar um relacionamento. Em Falsa Loura, o que acontece é praticamente um empilhamento de clichês. Da luz, em determinadas cenas, ao cenário (o kitsch-bregão do número musical com Maurício Mattar, que conta inclusive com a letra da canção na legenda, tipo “siga a bolinha”). Ondas quebrando no mar. A garota feia que passa por uma transformação e fica linda. O senhor poderoso, misterioso e mau, com direito a carrão e motorista misterioso.
. Ao mesmo tempo, mesmo os clichês são, em alguns momentos, quebrados. O mano ex-namorado da personagem principal se engraça com o irmão dela, Tetê, que é cabeleireiro que se veste de mulher. E o inesperado (porque isso ainda é inesperado, ainda não é clichê) acontece: ele mantém o relacionamento! Após Quanto mais quente melhor, talvez alguns considerem isso um clichê. Eu não considero, não. Acho que ainda causa estranhamento e ainda leva a reflexão sobre “socialmente aceitável ou não”, da parte de quem ainda tem preconceito.
. Por que os filmes nacionais não conseguem ser trendy como os estrangeiros? O que chega perto disso é O cheiro do ralo, mas mesmo assim… nenhum fica cool como o Um beijo roubado. Não que eu ligue. Mas talvez o cinema do Brasil precise disso para conquistar público.
etc etc etc, se eu pensar em mais coisa eu digo!
Publicado em cinema, conjecturas, música
Marcado com Djin Sganzerla, Falsa Loura, Helena Ignez, Léo Aquila, Maurício Mattar, O cheiro do ralo, sexualidade, Um beijo roubado
Por que se inspirar em passarelas internacionais se a gente tem imagens tão doidas & surreais & inspiradoras por aqui?
Um exemplo: meu novo filme do momento, Os monstros de Babaloo, que eu assisti no Canal Brasil um dia antes de embarcar aqui para o Rio.
Cinema marginal + Wilza Carla (APAVORANTEMENTE KITSCH!) + Zezé Macedo (engraçadíssima como sempre) + Helena Ignez (musa. musa. musa. musa. musa.)
Fora a cena meio de estupro homossexual bizarra. E Wilza comendo sardinha? GENTE, precisa ver.
Eu queria um cinema mais livre como esse, e também queria uma moda tão livre quanto essa, e queria manifestações culturais em geral tão autênticas quanto.
Pronto, esse é meu pedido para 2008.

Mostra pra eles, Wilza!
Publicado em cinema, conjecturas, moda
Marcado com Canal Brasil, cinema marginal, Helena Ignez, Os monstros de Babaloo, sardinha, sexualidade, Wilza Carla, Zezé Macedo
Sonia Silk. A fera oxigenada. Cabelos completamente loiros. Vestido completamente curto.
Copacabana Mon Amour, Rogério Sganzerla.
Já estou escrevendo a crítica do figurino do Bandido. Juro! Mas vai dar um certo trabalho, portanto ainda vai demorar uma pouco, tá?
Tá!
Marcado com Copacabana Mon Amour, Helena Ignez, Rogério Sganzerla, Sonia Silk
Bom, além de amar a cidade, eu fico TRISTÍSSIMO de não estar no festival de Brasília principalmente por dois motivos.
1) Cleópatra, de Julio Bressane. Tô adorando o bafo todo – leu na Folha de hoje? (só para assinantes, aqui) Eu acho que vou acabar gostando de Cleópatra: gosto do mito, gosto de Bressane e gosto de Alessandra Negrini, que faz o papel principal. Adoro essa mulher desde Engraçadinha, e pago um pau para a Playboy dela e para a música que ela canta para o maridão Otto no disco Sem Gravidade (me chupa e agradece a quem te machuca… GENTE, quem consegue cantar uma coisa dessas sem ficar constrangido?? Ouve aqui, e ignora as imagens, são supercafonas).
Diz que ela INVENTOU um sotaque para a Cleópatra. KIIIITSCH! Melhor que isso só Darlenão, né?
2) O bandido da Luz Vermelha, de Rogério Sganzerla - um dos melhores figurinos masculinos do cinema brasileiro. Eu juro. Bandido ganhou um festival de Brasília e agora volta para ser relançado em cópia restaurada e DVD. Além de ser um dos meus filmes favoritos, fala sobre assuntos que me interessam pra caramba (fragmentação do indivíduo moderno, reconstrução contínua da sua persona a partir do vestuário…) de maneira debochada, o que eu também adoro.
Fora a botinha Courrèges branca da personagem de Helena Ignez, Janete Jane. Delícia!
Nossa, pra falar de Bandido precisaria de um textão só para ele. Vou tentar fazer hoje à noite e, se conseguir, publico aqui.

Ó a botinha!