Foram lindas.
Miles Davis + Solar da Fossa + passear no centro + desenhos de homens das cavernas + Mariko Mori + Busca Vida + Jobi + Chanel No. 5 + Professora sem classe + Changeman + Pokemon + Hedwig + música + Quero matar meu chefe
+ vida, sei lá
Foram lindas.
Miles Davis + Solar da Fossa + passear no centro + desenhos de homens das cavernas + Mariko Mori + Busca Vida + Jobi + Chanel No. 5 + Professora sem classe + Changeman + Pokemon + Hedwig + música + Quero matar meu chefe
+ vida, sei lá
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Schiap!
Coco!
Poiret!
Balenciaga!
Dior!
Beijos!
Publicado em moda
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putz, sou péssimo pra essas coisas pq tenho zero de memória. mas acho superlegal ler muita biografia: tem a do YSL, da própria Chanel, já li uma da Vivienne e do Paul Poiret tb… E tem que ler aqueles livros que fazem uma revisão da moda, sabe, pra adquirir repertório – quando vc ler um parágrafo sobre um estilista que achar interessante e que não conhecia, correr atrás, dar google, procurar no youtube etc. agora de jornalismo… acho que os livros do gay talese são uma aula de jornalismo. amo.
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Delícia o vídeo que Karl Lagerfeld fez sobre Chanel. Mesmo com meu parco francês, entendi umas coisinhas.
(o vídeo que está no YouTube é apenas um trailer, o completo está no site da Chanel)
Do tipo “Dimitri, o que você acha do Construtivismo Russo?”
“Nada”.
Dimitri é o novo Bernardo!
E tem uma parte que eu entendi médio, que acho que Chanel diz “De onde é essa coisa horrível?” e a cliente responde “Do Poiret”. HAHAHAHAHAHA
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Na expo de Nova York Chanel Mobile Art (os famosos que foram aqui) tem uma árvore dos desejos.
O blog da Nylon fez um post fofo com alguns dos highlights pendurados.
O meu preferido é: “To find the one who has been looking for me”.
Meigo. Será que foi a Miranda July?
(não sei se ela foi na abertura da exposição, não tem fotos dela hahaha)
Será que foi o Karl? Será que foi a Raquel Zimmermann?!
Eu pediria “Nascer de novo em 1952 para ser jovem nos anos 70″. E você, o que pediria para a árvore de desejos da Chanel?
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Uma entrevista muito boa do Alcino com Lars Svendsen, autor do livro Fashion – a philosophy: achei foda mesmo, muito legal. Aqui os assinantes do UOL conseguem ler.
Um dos meus trechos preferidos:
FOLHA – O sr. critica a idéia do sociólogo francês Gilles Lipovetsky -de que a moda torna o mundo mais democrático, pois substitui as disputas de fundo por um gosto da superfície- e afirma que a democracia tem necessidade dos atritos sociais e do dissenso. A moda, com seu gosto pela elitização, não é essencialmente antidemocrática? Redes como a Zara efetivamente democratizam o design de moda?
SVENDSEN - Essas redes de fato democratizam a moda, pois a tornaram acessível a uma parte maior da população. Mas não vejo isso necessariamente como grande vitória democrática.
O número de peças de roupa que podemos encontrar no guarda-roupa do cidadão mediano não chega a ser um bom indicativo do funcionamento adequado, ou não, das instituições democráticas de seu país.
HAHAHAHA!
Eu sempre achei mesmo que o Lipovetsky de certa forma “livrava a barra” do povo que trabalha com moda, deixava-os(nos!) com a consciência mais tranqüila… e que algo não me cheirava bem nisso. Bom, para um ex-puquiano que panfletava pelo PT na época do Collor, não podia cheirar bem mesmo essa coisa do consumo da moda ser um fator de “democratização” do mundo.
“E daí que eu posso estar mais perto das identidades visuais elitistas comprando um batonzinho da Chanel? Porra, eu deveria não querer estar mais perto da elite, esse valor no fundo é bizarro. Eu deveria querer OUTRA COISA.”
No mesmo caderno +mais! de hoje, a jornalista Virginia Postrel assina um artigo chamado Luxo conceitual. Sente o drama da linha fina: “Super-ricos dos EUA estão trocando a exibição de marcas e produtos de grife, ligados mais às classes sociais ascendentes negra e latina, pelo requinte privado”.
THAT MEANS todas as marcas de luxo do mundo, em breve, na sua Daslu mais próxima – porque classes sociais ascendentes negra e latina, acredite, incluem Brasil.
Quase que mudando de assunto: fui na Zara ontem e só não comprei uma calça AREIA porque acabei de comprar um celular e um laptop. Comprar um celular e um computador te deixa mais perto de informação, é importante na chamada “Era da Informação” (será que a gente ainda está nessa era?).
E uma calça areia? Eu, que me faço de muito intelectual mas no fundo sou um fashionista de merda, acho que o investimento é quase tão importante, com a única diferença que o celular e o computador devem durar um pouquinho mais. Mas só um pouquinho.
No momento, o que eu quero mesmo é o Fashion – a philosophy. Dispenso a calça areia mais um pouquinho.
(droga, esse mundo que não é de super-ricos, no qual euzinho tenho que ficar fazendo OPÇÕES DE CONSUMO)
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Momento revolta, prepare-se:
Eco-consciente porque usa fibra de bambu na sua roupinha? Porque tá usando a sacolinha de paninho ao invés da de plastiquinho? Porque tá gastando menos água e reciclando o seu lixinho?
MY
ASS.
Você não é eco-consciente porra nenhuma, bonita, porque continua comprando a bolsa Chanel de couro que gasta inclusive combustível para vir até aqui, ao invés de usar uma de pano feita em casa – um material muito mais “disponível” e muito menos “finito”. Você, aliás, continua comendo carne – e claro que você não sabe que uma das causas do aquecimento global é o consumo excessivo de carne. Isso o Al Gore não te contou, né, bilu? Ele não te disse que a quantidade de terreno com capim para você encher a sua pancinha com um boizinho é muito maior do que a quantidade de terreno com hortaliças para você encher sua pancinha de alface e cenoura.
EU não sou eco-consciente e nem digo isso porque não pratico nada disso. Eu uso couro, eu como carne, eu utilizo de produtos industrializados – LOGO faço mal para o meio ambiente, ponto. Não tem meio termo. Não tem como encostar a cabeça no travesseiro no fim do dia, bem tranqüilinho, porque usou pilha recarregável. E daí, filho? A gente continua levando tudo isso pro saco.
Então pare com esse discurso. Ou vire freegan. Ou pelo menos vegan. Aí sim eu vou acreditar você.
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