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São Paulo Fashion Bitch

Com um certo atraso.

OK: amei Alexandre feminino, amei Rosa Chá e achei Alexandre masculino muito emo, mas é só birra minha (é que eu não conseguiria usar um xadrez branco e preto sem pensar nos emos do metrô Liberdade, mas claro que não dispenso aqueles casacos maravilhosos de alfaiataria).
Amei Do Estilista, de coração.
Amei Neon, também, e queria ter uma bata de estampa de borboletas lissérgicas só pra mim.
Amei os acessórios da Gloria Coelho e da Simone Nunes e da Fabia e do Alexandre masculino e da Maria Garcia.
Amei os tricôs da Fabia.
Gostei bastante de Amapô, bastante mesmo, mas não amei como muita gente amou.
Aliás, tô amando os anos 90 da Amapô e da Maria Garcia.
Gostei de Gloria Coelho, mas gostei mais da coleção passada dela.
Eu sou da turma que gostou de Fause Haten – mas não, não gostei dele cantando.
Tô amando tricôs, mas sou alérgico.
Não assisti Osklen.
Não assisti Isabela Capeto, mas gostei.
Achei Cavalera meio fraco.

Beijos.

Olha o chocolate da Amapô!

chocolate-amapo

Tá, é mentira, não é da Amapô. É de uns designers que criaram essa embalagem para um museu de arte moderna de Estocolmo.
Mas poderia ser da Amapô! Eu compraria!

Foi o Alexandre que me mandou.

Pega no meu momento monocromático

Adorei fazer essa matéria!


Simone Nunes, verão 2006, Balenciaga, verão 2008

e…


Miss Venezuela, concurso de 2008

É, meu bem, comece a forrar seu sapatinho com o tecido da mesma cor.
E leia aqui: Conjuntinho não é mais brega! Participação especial: Oficina de Estilo.

(obs.: vale para os boys também, veja desfiles do Herchcovitch, da Amapô, da V.Rom… Quero um terno estampado agoraaa!)

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E antes que eu me esqueça?

O Chic tinha dito que cowboy era tudo.
Eu mesmo coloquei essa imagem aí em cima, do Tex, porque estava numa onda velho oeste forte apache johnny cash tudo junto.
Aí, que eu me lembre, deu cowboy em Prints I Like, Reinaldo Lourenço, Alexandre Masculino, Do Estilista…

O Chic também disse que anos 70 eram tudo falando da temporada de moda internacional passada, usando foto de arquivo de revistas para comparar, etc e tal.
Rolou anos 70. Giselle Nasser, Tereza Santos, Eliza Conde, Renata Veras, Amapô, Cavalera (eu achei, naqueles vestidõezões, e até no tema “vamos refletir, hippies”)…

O Chic disse que aquela lei do make – se você passa batom forte não carrega no olho; se você passa delineador não passa batom escuro – estava prestes a cair. Em vários makes isso realmente foi por água abaixo, com bocões e olhões convivendo pacificamente.

Ou seja: eu gosto muito do lugar onde eu trabalho.

Ontem, na banca

Tá, vou contar, gente.

Ocupação da Reitoria rolando lá fora, e Gloria chegou, fofa, para a banca da Vic (que era às 20h, a minha era às 21h). Já foi direto para a banca, e eu não consegui assistir (sorry, Vic!) porque eu estava nervosíssimo.
Aí a banca da Vic acabou e Alexandra nada de chegar. Eis que o Chico avistou a Alê (o que não é muito difícil, visto a altura e o camisetão da Amapô que ela estava usando) indo calmamente em direção… da reitoria! HAHAHA Imagina a Alexandra fazendo vídeo pro FilmeFashion de dentro da reitoria ocupada?! Militância fashion! 68 é o novo preto!

Aí diz que Chico falou: “Alexandra? É por aqui, por favor”. Tipo, fez o anfitrião! Fofo! Obrigado, Chicooo!

Bom, aí começou, eu comecei a falar, diz que o pau tava comendo lá na Monte Alegre e eu não ouvi nada da gritaria de tão nervoso que eu estava. Percebi, no meio da apresentação, que eu estava com um chiclete! “Nossa, gente, eu tava com chiclete e nem reparei”, e toca a colar o chiclete no copinho de plástico, bem PHEENO. Risos.

Depois a palavra foi para Gloria, que disse “Alô, Chics”, OK, BRINCADEIRA, ela fez uma fala INCRÍVEL levantando vários pontos e fazendo uma análise superprofunda. Praticamente o prefácio do meu livro está pronto, é isso. HAHAHAHAHA

Ivan também fez uma fala muito boa, com colações pertinentes e, no final, fez pequenas críticas. Alê também falou umas palavras e foi interrompida, no fim, pelo meu CELULAR! HAHAHAHA Era minha mãe querendo saber que nota eu tirei, acredita? Desliguei o celular. Cinthia aproveitou para QUEBRAR O PROTOCOLO e pedir a palavra. Ela começou a falar e não conseguiu terminar, foi um chororô do tipo “Pô, meu, meu amigo se formando”! Cabível, já que todo meu trabalho foi sentimental e tal.

E aí eles foram CONFABULAR sobre minha nota. Que foi DEZ COM DISTINÇÃO E LOUVOR. Que, enfim, é melhor que um dez mas não sei exatamente em que grau.

Depois a gente foi beber, né?

Se você for de alguma editora e estiver interessado em publicar meu livro, tratar aqui!