Caminho Dourado

Entradas categorizadas em ‘literatura’

Deliciosamente esquisita

Novembro 22, 2009 · Deixe um comentário

Jorge Coli: O que é possível esperar de melhor num leitor?
Hilda Hilst: Nunca pensei no leitor. Eu não tenho nada a ver com o leitor.

Cadernos: Portanto, não esperava nada, ou não podia esperar mesmo nada dele?
Hilda Hilst: Eu não tenho nada a ver com os leitores. Não sei quem são, não sei.

Cadernos: Mas neste momento alguém pode estar lendo um livro seu. Isso não importa?
Hilda Hilst: Pode estar lendo, mas não precisa me conhecer, nem eu a ele.

Cadenos: Nunca ocorreu à senhora, na juventude, por exemplo, que poderia ser interessante conhecer os escritores de sua predileção?
Hilda Hilst: Não. Eu só leio os escritores.

Trecho de entrevista publicada no Cadernos de literatura brasileira – Hilda Hilst

É esquisitíssimo um jornalista ler isso. Jornalistas sempre se preocupam com seus escritores.
Em época de internet, então, existe um canal facílimo de interação com eles.
Mas Hilda Hilst, enfim, era esquisita mesmo.

Ou melhor…
Esquisito é você.
Ou melhor: esquisitos somos nós. Es-qui-si-tos.

Categorias: conjecturas · literatura
Etiquetado: , , , , ,

Amadurecer?

Agosto 17, 2009 · 9 Comentários

Não, não é verdade que a gente amadurece.
O que acontece é que quanto mais velho, mais você liga o foda-se, portanto mais você está apto a falar verdades e ter ações que realmente resultam em consequências.
E assumir consequência também fica mais fácil com o tempo. Você vai pegando gosto. Vai percebendo que não é um bicho de sete cabeças.

Pra mim, sempre foi muito fácil falar o que eu realmente sinto e penso. Na maioria das vezes acabo me fodendo, mas acredito ser melhor assim anyway. Todo mundo sempre me achou muito maduro por dizer coisas e assumir certos riscos teoricamente calculados (bem na teoria). No fundo, todo mundo está errado: não sou maduro. Eu simplesmente sou o que os outros chamam de sem noção e o que eu chamo de coerente, do bem, verdadeiro ou seja lá o que for.

Por isso eu fico meio chocado quando as pessoas parecem ter algo a esconder. É muito estranho.

EXEMPLIFICANDO

Tipo, é surreal para alguém uma conversa assim:
A: Então, na verdade eu fiquei com você naquela noite mas eu tô sussa, foi só uma noite mesmo.
B: Ah, que pena, eu poderia namorar você.
A: Puxa. Sinto muito.
B: OK. Só deixa eu apagar seu número da minha agenda de celular… hum… pronto.
A: OK! Posso te fazer uma pergunta?
B: Hum, acho que sim.
A: Eu posso te cumprimentar… assim… quando te encontrar?
B: Claro! Mas, ó, por favor, não fica com nenhum amigo meu, tá? Eu não vou gostar.
A: Tudo bem, claro!

Pra mim essa conversa seria OK. Não é a coisa mais divertida do mundo, mas pelo menos as coisas não ficam pela metade, não se geram ruídos, fica tudo bem. Óbvio que isso também conta pro “Nossa, tô adorando você” / “Eu também!” / “Poxa, que legal, vamos tomar um sorvete?” / “Sim!”

Mas aí o que acontece no lugar disso? Olhares mal-entendidos, frases difusas, passos confusos. Tsc tsc.

Mundo: vocês têm muito a aprender com os capricornianos. Porque no fundo, é simples, eu juro.

And again:
“Oh, não se assuste muito! às vezes a gente mata por amor, mas juro que um dia a gente esquece, juro! a gente não ama bem, ouça (…)” – A legião estrangeira, de Clarice Lispector

Eu não juro que a gente esquece, não. Mas é verdade que a gente esmaga de amor. Morde. Arranha. Arranca pedaço. Os Beatles sofriam com as jujubas das fãs. Drive my teeth across your chest to taste your beating heart, Florence + the Machine, Howl. Happiness is a warm gun. Beware.

Pow.

Categorias: conjecturas · eu eu eu · literatura · música
Etiquetado: , , , , , ,

No aeroporto, antes de vir pros Confins

Maio 1, 2009 · 3 Comentários

Livraria Laselva. Vejamos, qual seria o livro ideal pra me acompanhar na viagem?

Hum…

Hilda Furacão, claro. A puta mais famosa de BH.
O livro é maravilhoso. Mesmo. Eu não achava que seria. E por incrível que pareça, eu acho que o… GUTIERREZ VAI GOSTAR DESSE LIVRO. Juro, Guti. Esquece a Ana Paula Arósio, a verdadeira Hilda Furacão tinha sotaque bem mineiro e olhos de fumaça.

“… e, como diria Freud, por que é que nos momentos difíceis nós nos infantilizamos?” – trecho de Hilda Furacão, de Roberto Drummond

Categorias: amigos · belo horizonte · literatura
Etiquetado: , , ,

Não é ressaca.

Abril 11, 2009 · 8 Comentários

A Bia foi embora há vinte minutos.

Odeio despedidas. Elas te fazem lembrar que no fundo, todo mundo é sozinho e acaba sozinho (e, claro, morre sozinho). O tanto de naturalidade com que ela veio morar comigo foi proporcional ao tanto de desconforto quando ela disse “Jooorrrge. Tô indo, então”. O quarto dela agora está só com os móveis nus, bem vazio. Ela me deixou uma carta hoje de madrugada em cima do despertador que li quando cheguei bêbado do Bar Secreto, uma carta fofa que eu não consegui responder a altura. Ela sabe que eu li porque meu despertador tocou.
Chorei convulsivamente depois dela ir embora durante dez minutos, depois de conseguir segurar durante quatro (o tempo que me custou ligar pra Mari e pedir pra ela vir aqui me fazer companhia). Agora eu preciso segurar o choro novamente porque o encanador está fazendo o conserto no banheiro e não quero pagar esse mico (ele provavelmente já notou o meu nariz fungando mas deve achar que estou gripado).

Estou tristíssimo. E nem sei porque estou escrevendo isso aqui.

Mas é uma boa desculpa para reler o livro que eu mais gosto do mundo e colocar um trecho aqui.

“Pela primeira vez estava tocando com as mãos e vendo com os meus olhos como o mundo era imenso e a escuridão profunda e o fascínio infinito e a solidão de tudo aquilo.
- Por que vocês me convidaram? – perguntei.
- Pensamos que a coisa não estivesse fácil pra você – respondeu ele devagar, olhando-me com douçura. – Sua avó sempre foi boa pra mim, e temos tanto espaço sobrando… Você vai ter que deixar aquela casa, não é?
- Bem, o senhorio foi gentil e disse que posso ir com calma, mas…
- Então venha morar conosco – disse, como se fosse a coisa mais natural do mundo.”

Trecho de Kitchen, de Banana Yoshimoto

Boa viagem, Bia.

Categorias: amigos · eu eu eu · literatura
Etiquetado: , , , , ,

Já tinha me esquecido

Março 1, 2009 · Deixe um comentário

COMO EU AMO ESSE HOMEM CHAMADO HARUKI MURAKAMI.

“- E por que Deus fez uma coisa tão cruel?
- Isso de partir as pessoas ao meio? Também não sei. Para começo de conversa, não entendo a maioria das coisas que Deus faz. Ele é irascível e, como direi… tende a ser extremamente idealista. Segundo imagino, foi uma espécie de castigo. Faz lembrar a história da expulsão do paraíso, que está na Bíblia.
- A história do pecado original – digo eu.
- Isso mesmo. Do pecado original – repete Oshima. Prende o longo lápis entre o dedo médio e o indicador e o balança suavemente. – O que eu quero dizer, na verdade, é que é muito difícil para qualquer pessoa viver sozinha.”

Trecho de Kafka à beira-mar, de Haruki Murakami

Categorias: literatura
Etiquetado: ,

ESQUISITO É VOCÊ!

Fevereiro 11, 2009 · 3 Comentários

Abri essa cerveja que está agora nas minhas mãos mas não é para relaxar, não é para me perder, é para esquecer, mesmo.

ESQUISITA É VOCÊ!
ESQUISITO É VOCÊ!
ESQUISITO É VOCÊ!
ESQUISITO!
ESQUISITA!
ES-QUI-SI-TÁ!

Da incompreensão pelas pessoas que fazem mal para quem eu gosto, passei para o ódio. Tive que ficar um tempo num banco da Praça Buenos Aires fumando um cigarro para tentar refletir qual seria a melhor solução – deveria matá-los? Deveriam esses seres que criam intriga, roubam, praticam o maldizer, simplesmente passar impunes pela face da terra?
Tem gente chorando por causa desses canalhas. Chorando. Derramando lágrimas.

“Oh, não se assuste muito! às vezes a gente mata por amor, mas juro que um dia a gente esquece, juro! a gente não ama bem, ouça (…)” – A legião estrangeira, de Clarice Lispector

Saí da praça entendendo menos, sem solução nenhuma, mas com alguns pequenos diamantes – dos valiosos mesmo, e não desses de pendurar e ostentar. Estou percebendo cada vez mais que o dinheiro é venenoso – receba-o em pequenas doses, somente o necessário, venenos são necessários, sabia? – e que o meu figurino da peça
ah, sim
ele é
uma homenagem
e eu nem tinha percebido.

Aos que não tem absolutamente nada a ver com isso – ou seja, quase que absolutamente todos os leitores desse humilde blog – sorry, I think I just pucked a little in my mouth.
Esquisitos somos nós, são eles. ESQUISITO É VOCÊ, ESQUISITO É VOCÊ, ESQUISI-TÔ! ESQUISI-TÁ!

“Eu que não lembrara de lhe avisar que sem o medo havia o mundo.” – idem

Categorias: amigos · conjecturas · eu eu eu · figurino · literatura · teatro
Etiquetado: , ,

Emoções

Fevereiro 6, 2009 · 3 Comentários

“Uma vida não vivida, penso eu. Um dia ela me contou que foi do Rio para Cachoeiro de Itapemirim, visitar a família, e num determinado momento o ônibus parou para que os passageiros fossem ao toalete, bebessem alguma coisa. Ela, que estava só, desceu, sentou-se numa mesa e tomou um café com leite; e me disse que essa foi a maior aventura da sua vida. Nunca me esqueci disso”

Danuza Leão  em Quase tudo

Devo estar bem bocó. Li esse trecho no táxi e chorei na frente do motorista.

Categorias: eu eu eu · literatura
Etiquetado: ,

Tina, Leila, María Elena

Janeiro 6, 2009 · 5 Comentários

Finalmente o post tão prometido.

Não se fazem mais mulheres fortes e admiráveis como antigamente. Hoje a gente tem o quê?
Madonna – já nas tabelas.
Amy Winehouse – risos.
No Brasil a coisa fica ainda mais complicada. Camila Pitanga? Marisa Monte?

Estou me referindo a mulheres que revolucionam. Que nos fazem repensar os papéis.

Tina e Leila possuem, nisso, muito em comum.

Tina Modotti já foi atriz, fotógrafa e acabou se tornando uma comunista ferrenha. Morreu em conseqüências esquisitas, em um táxi, em 1942. Tina era fodona: dizem que era uma mulher lindíssima, enlouquecia os homens, provocava ciúme nas mulheres. Posava nua para um de seus amantes – naquela época, pense só. Dizem que um retrato seu alcançou valor recorde em uma casa de leilão. Dizem que quem o arrematou foi… Madonna.
Dizem também que foi ela quem apresentou Frida Kahlo para Diego Rivera. Responsa, né?

Tina era tão malucamente foda que, ao falecer, ganhou poema de Pablo Neruda em sua lápide.
Tina Modotti, hermana, no duermes, no, no duermes.

tina-modotti-bandolier-corn
Bandolier, corn, guitar, de Tina Modotti, 1927. Uma das minhas fotos preferidas dela, apesar de dizerem que o que Tina gostava mais de fotografar eram pessoas.

Veja mais algumas fotos lindas de Tina Modotti. E leia Modotti: uma mulher do século XX, quadrinhos de Ángel de la Calle publicado pela Conrad Editora que é uma das coisas mais fodas. O cara tem o tema tão intrínseco em sua vida (“É um projeto de vida”, me lembra, mais uma frase poderosa saindo da boca de Verônica Veloso) que consegue passar isso para a obra. Você percebe que tudo é autêntico e feito, acima de tudo, com autenticidade, dedicação, amor. Lindo demais.

Ya pasarán un día por tu pequeña tumba
antes de que las rosas de ayer se desbaraten,
ya pasarán a ver, los de un día, mañana,
dónde está ardiendo tu silencio.

Se Leila era tão maravilhosa, mulherão admirável como Tina, a impressão que eu tenho é que a brasileira era mais solar. Também tinha idéias de esquerda mas, antes, parece-se mais com a Tina que viveu no México e fez sua revolução pessoal, com mais ação e menos discurso.

Tina, nessa época, usava calça comprida e vivia com um homem com quem não era casada. Era artista, prafrentex. Leila falava palavrão quando queria, tomava cachaça quando queria, ia para cama com quem queria mas acima de tudo exercia a felicidade. Não fazia as coisas para chocar, fazia as coisas que a deixavam feliz.

Leila Diniz é protagonista de um dos meus filmes preferidos do cinema, e um dos filmes que me fizeram gostar de cinema nacional: Todas as mulheres do mundo. Por causa dele Domingos de Oliveira também se tornou um dos meus cineastas preferidos.

O filme está disponível INTEIRINHO no YouTube, mas eu recomendo comprar em DVD e rever uma vez por ano, para acreditar na humanidade, na beleza, no amor e no mar.


Participação de Leila em Os paqueras, de 1969, no papel… dela mesma! Repara que ela é o maior caroço: pede para experimentar tudo e sai com uma sacolinha! HAHAHA


Leila dança em um show de Dalva de Oliveira, que ela adorava. A atriz não era chique, não era elegante, não era fashionista. Mas eu dançaria com ela SEMPRE.

“Brigam Espanha e Holanda
pelos direitos do mar
O mar é das gaivotas
que nele sabem voar.

Brigam Espanha e Holanda
pelos direitos do mar
porque não sabem que o mar
é de quem o sabe amar”.

A poesia é de Leila Diniz.

Pode ler o artigo da irmã de Leila, Lígia, chamado Leila Diniz: um feminino que se realizou. E corre para comprar Leila Diniz: uma revolução na praia, de Joaquim Ferreira dos Santos, da Companhia das Letras. É um livro lindo, bem escrito, esclarecedor para entender porque essa mulher revolucionou os costumes de sua época.

Finalmente, a María Elena de Penélope Cruz no filme de Woody Allen (a saber, Vicky Cristina Barcelona) por si só é uma proeza. Nenhum cineasta americano tinha conseguido fazer Penélope ficar realmente bonita, no seu auge, como Pedro Almodóvar. Allen conseguiu. E na verdade só a incluo aqui entre Tina e Leila porque María Elena é o arquétipo da artista instigante. Do tipo que mais nos interessa e do tipo que cada vez mais falta: a artista que vive sua arte. Que exerce sua arte plenamente.

Arte está virando trabalho de horário comercial.

Categorias: amor · arte · cinema · conjecturas · famosos · literatura · música · poesia · política · quadrinhos
Etiquetado: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Curti – mandei msg, dez tópicos

Janeiro 5, 2009 · Deixe um comentário

1. Comi ostra todo dia. Sim, era uma meta da viagem. Aliás, comi em lugares deliciosos. Comer foi o que eu mais fiz. Adoro comer na praia, peixe é fresquinho e tal.

2. Choveu pencas – NÃO RIA.

3. Fiz o meu joelho ficar ridicularmente bicolor: metade branco metade vermelho.

4. Assisti Vicky Cristina Marcelona em um cinema incrível. O cinema mais incrível que eu já fui. Fotos em breve.

5. Raul & Mari são ótimas pessoas, merci pela companhia. Dona Ruth, merci também, a sua casa é linda!

6. Os garçons são as pessoas mais interessantes de Florianópolis.

7. Mulher bêbada é uma benção. Mulher dançando agrega valor.

8. A: Por que a gente existe?
B: Não sei, aconteceu. Agora o jeito é fazer algo com isso.

9. Li o livro da Leila Diniz que acabou de ser lançado pela Companhia das Letras. Vontade de viver perto do mar para sempre – mas um taxista manezinho disse: “ENJOA”. Li também Frango com ameixas e os quadrinhos sobre Tina Modotti. Ambos incríveis, comento mais depois.

10. Fui no museu lá em Floripa. A exposição me inspirou MUITO. Sem brincadeira. Mais detalhes, também, depois.

Beijos, vou trabalhar. Fim-de-semana começa Fashion Rio, tá sabeno?

Categorias: amigos · arte · cinema · comida · conjecturas · eu eu eu · florianópolis · literatura · quadrinhos · risos
Etiquetado: , , , , , ,

CIGANIZMOZZ QUE A GENTCHY GOZZTA

Dezembro 14, 2008 · 3 Comentários


O TREM AZZUL DO KLUBE DA ESKINNA

santa-sara
SANTA SARA E O RITUAL DA FOGUEIRA MÍSTICA


A NUVEM CIGANA – CHACAL E CHARLES, SOBRETUDO
SE PHOSSEM GAYS, FARYA TODOZZ

chanel-cigana-verao-2009
CHANEL VERÃO 2009 – “Chanel sempre fez vestidos esvoaçantes como estes. Ela chamava isso de cigana, é muito Chanel” – KARXL LAGHERFELLD (FOTO: STYLE.COM)

HORÓSKOPPO CIGANO - SOU DO SIGNNO DA PHERRADHURA


GOGOL BORDELLO

joao-bidu
A MAGGYA CIGANA DE JOÃO BIDU
PARA PHYCAR MAYS SENZZUAL
Todas as manhãs, na fase da Lua Crescente, faça uma mistura com água e 7 folhas de hortelã, coe e enxagüe o rosto com ela. Depois, pegue as folhas que sobraram, coloque para secar e embrulhe em 1 papel vermelho, pedindo aos anjos do amor que aumentem a sua sensualidade. Reze 1 Pai-Nosso e 1 Ave-Maria para o seu santo de devoção, segurando o embrulho com muita fé. Deixe no seu guarda-roupa e, sempre que quiser aumentar a sua sensualidade, segure-o com fé e peça a ajuda dos anjos da paixão.


RYTA LEE COM PHRUTHO PROYBIDDO, DOZZES BHARBAROSZ, ZECOSS & MOLLADHOZS, NOHVOS BAHYANNOS, THUDO IZZO

Cigano bate o pé, cigano bate o pé
Cigano entra na roda
Pra salvar filhos de fé
Quem vem de lá
Quem vem de cá
São ciganos que vem bailar

Cigano Rodrigo, Rei dos Ciganos
Cigano sempre teve sete mulheres ao seu lado, e com abundância de mulheres e ouro devem andar seus seguidores.
POVO CIGANO.

bandeira-cigana
BANNDHEIRAH CIGANA (O POVO CIGANO CHAMA ROM)

E É VOCÊ QUE É MAL PASSADO E QUE NÃO VÊ QUE O CIGANIZZMO SEMPRE VEM
KERO UMMA RHOPA KKOM AZZ COREZZ DA BANDEIRA ROM

ESSE POST É PARA JANEZZA

Categorias: amigos · amor · literatura · moda · música · poesia · religião
Etiquetado: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,