Caminho Dourado

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Heidi, e não é a Klum

Novembro 10, 2009 · 1 Comentário

Um dos disquinhos preferidos da minha infância, herdado das minhas irmãs – era seu ou da Nena, Ana?

Heidi era orfã, sofria pra cacete mas era fofa, não era?!

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Minha irmã reclamou da falta de movimento nesse blog

Novembro 1, 2009 · Deixe um comentário

E ela está certa.

Mas quando a gente não tem  muito o que dizer a gente cala.

Tenho cerca de três milhões e meio de posts planejados e nenhum pronto.

Mas calma, paciência.
Esse blog, como os amores, não tem peridiocidade.
Graças a Deus! hahaha

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Mitologias da família – dos outros! O caso dos irmãos dentistas

Agosto 23, 2009 · 1 Comentário

Fazia tempo que eu não ia no dentista. Não por medo, acho que era mais trauma de ter “quase” tirado um siso. Explico: o dentista que eu ia foi tirar dois sisos de uma vez e só conseguiu tirar um (oi?!). Aí eu fiquei irritado e decidi dar uma greve pros dentistas.

Agora, na falta de um, tenho dois. São dois irmãos, o Dr. Fábio e o Dr. Luis. O Dr. Luis é o mais velho e ele faz o trabalho sujo: cirurgia é com ele. Arrancar dente, abrir gengiva, essas coisas. Dr. Fábio fica com a parte fofa e é um fofo: daqueles que pedem desculpa enquanto estão fazendo raspagem. Bom, Dr. Fábio estava condoído da minha preocupação de tirar o siso e decidiu contar a história dele.

Dr. Fábio tirou o seu primeiro siso com uns 17 anos. Ele um dia acordou, não conseguia abrir a boca e precisou ir no dentista. Foram ele, a mãe e o Luís, que nessa época também não fazia Odontologia ainda. Chegaram no médico e ele disse “ih, vai ter que fazer extração, mas tô sem minha assistente hoje”.
NIQUI Dr. Luís logo se oferece pra ajudar! Oi? E o dentista… ACEITOU. Ou seja, Dr. Fábio tirou seu primeiro siso com a assistência do irmão. Diz que naquela época era uma coisa MARRETA e muita porrada mesmo, que você ficava todo roxo, parecia que tinha apanhado. E que tinha um remédio que ele falou o nome e eu esqueci, algo como Sedablerbs, que justamente te deixa sedado. Ele disse que era a melhor coisa da mundo, você tomava dez gotas, desmaiava na cama durante 4 horas, acordava, tomava de novo, desmaiava… O remédio não existe mais, e segundo ele “eu receitaria se ainda existisse”. HAHA

Fiquei sem graça de pedir um Lexotan.

Bom, esse terceiro siso que eu tirei abalou um NERVO e agora estou com dor na garganta – dói pra engolir saliva! Maravilhoso, né? Tô tomando Dorflex líquido, que é bom – mas esse Sedablerbs devia ser bem melhor, certeza.
E ainda falta mais um. Minha irmã disse que queria que o dente fosse destacável. Tá amarelo coloca na cândida, tá velho ou cariado, troca por outro, e arruma do jeito que quiser, espetando, bem bonitinho. Não ia existir dente torto, não ia existir sofrimento. Eu concordo.

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Um amor muito responsável

Agosto 11, 2009 · Deixe um comentário

Minha irmã me mandou, se perguntando se essa descrição se encaixaria com a minha pessoa.

É o amor exigente, consigo mesmo ou com o outro.

É a concepção do amor como algo que deve ser merecido e para o qual existem pré-requisitos sem os quais é impossível amar ou ser amado.

Não se acredita no amor como um sentimento gratuito que ocorre sem explicação razoável ou sem um motivo específico, obedecendo apenas a lógica do “coração”. Ao contrário, o amor possui regras, padrões, conceitos. É uma estrada de mão dupla onde as exigências podem recair tanto sobre o próprio indivíduo quanto sobre o parceiro(a).

Nesta sentido, o amor é um agente de insegurança que coloca em evidência as falhas e incapacidades daquele que não possua os atributos necessários.

Passa a ser uma vivência desconfortável que nos coloca diante das nossas faltas e nos faz reviver experiências de desafeto e inadequação.

Esta concepção muitas vezes leva o indivíduo a sentir-se incapaz de manter o amor de alguém (uma vez que não possui os encantos necessários) e a aceitar, por assim dizer, “o que aparecer” vivendo relacionamentos frustrantes que somente reforçam sua baixa auto-estima. Ou, ao contrário, excede-se em escolhas e pré-requisitos que normalmente o levam a se afastar da vida afetiva ou a passar muito tempo sem se relacionar afetivamente.

É uma concepção de amor racional, pragmático que não abre espaço para as fantasias e ilusões típicas dos apaixonados.

É o amor compromisso, que espera construir algo concreto em um relacionamento. É o amor responsável, que suporta os deveres e obrigações, consciente dos limites e tolerante com os problemas e momentos de desprazer de uma relação.

E aí, Q Q 6 ÄCHÃO?

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Ele me disse

Julho 29, 2009 · Deixe um comentário

que ser agnóstico era uma solução muito fácil e covarde
como se ser louco não fosse uma bela desculpa
e como se ser são não tivesse a ver com incertezas.

Quem fala de covardia agora?
E do direito de ser covarde?
E da chuva de granizo?
E da minha ignorância a respeito do Personare?

Como se ser pão excluísse o fato de existir bife
ser pau excluísse o fato de ter tique
ser cão excluísse o fato de ser gato

A favor de fandangos de presunto e álcool -
e contra a exclusão.

(de madrugada tive um sonho, ainda antes da uma da manhã. minha família foi ao lançamento de um livro – fato que já era bem exótico. era um livro de um japonês sobre memórias dele, numa edição bem bonita, cores pastel, letras delicadas. aí eu vi a minha prima Emy, que fisicamente era mesmo a minha prima Emy mas na verdade era a Rosária, mãe dela, e ela contava que a Luísa, irmã dela, estava em SP e que as coisas não estavam fáceis porque ela tinha parado de trabalhar pois ela mesma estava escrevendo um livro. aí minha mãe, que estava do meu lado, perguntava pra Márcia, a outra irmã da Rosária, se ela seria capaz de escrever um livro também e ela afirmava, com a cabeça, que sim. aí a Tia Yoko, bem nova, estava sentada ao lado do meu pai. eu sei que ela estava bem nova principalmente por causa do cabelo – que estava enrolado, do jeito que ela usava quando eu era bem novo. minha mãe perguntava pra ela se ela ajudaria o meu pai a escrever um livro com as memórias dele e ela fazia uma cara de pouco caso, bem típica dela, e naquele momento eu percebi que minha tia tinha um lado MAROTO que até então nunca tinha percebido. aí, daquele jeito que sempre acontece em sonhos, a suposta livraria agora parecia mais com uma sala de espera, e os familiares estavam todos sentadinhos um ao lado do outro. fui cumprimentando: meu tio Mário, minha tia Sumiko, a tia Eiko e então lá estava a tia Yoko de novo, mas era outra tia Yoko, agora com o cabelo liso joãozinho. é engraçado perceber agora que, ao contrário do que normalmente acontece na minha família, cumprimentei todos com um beijo no rosto. aí segui cumprimentando: acho que tio Eizo, tia Rosinha, mais alguém e então lá estava a tia Yoko mais uma vez, dessa vez bem doentinha, magérrima, do jeito que eu a vi da última vez. aí eu entendi que aquilo era uma sala de espera do hospital, que aquilo na verdade era um sonho e que tia Yoko queria falar comigo.
olhei pra ela, ela olhou pra mim, eu pensei que entendia que ela estava indo embora, e que entendia o que ela queria me dizer. que ela dizia que minhas preocupações naquele momento estavam me estressando demais mas que, no fundo, eu sabia que tudo daria certo de uma forma ou de outra, e que eram preocupações muito terrenas, e que o que importava era algo a mais que isso. aí eu pensei que ela tinha que ir mesmo, e que agora eu cuidaria da casa, e que a única coisa que eu pedia, se ela pudesse, é que ela deixasse a casa bem iluminada pra sempre, de onde ela estivesse a partir de agora.
e ela foi, sem dizer uma só palavra, mas pra mim eu entendi tudo.)

Do que eu estava falando mesmo?
De dormir e acordar daqui a duas semanas, com tudo resolvido?

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Eu tremo só de pensar

Julho 6, 2009 · 1 Comentário

ELES ESTÃO VINDO ELES ESTÃO VINDO ELES ESTÃO VINDO
Eu e minha irmã estamos feito duas adolescentes com problemas hormonais de tanta empolgação, mas a gente já combinou de se controlar e não comprar o ingresso mais caro do mundo.
Será que ele vai tocar essa música?
Tô pensando em comprar a discografia inteira pra ir decorando tudo o que ele pode cantar, mas aí eu não vou ter dinheiro pra ir! HAHAHA

E quem quer ir com a gente tem que avisar logo pra gente ver quando sair ingresso, viu?

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é um mimo só

Maio 13, 2009 · 4 Comentários

axl-rose

Não tem jeito. Elas se vestirão como eu quando crescerem. Eu sinto isso.

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Janeiro 30, 2009 · 2 Comentários

Meu filho.
Termina o dia,
a primeira estrela brilha.
Abre a tua cartilha
e reza Ave Maria.

Minha mãe vive falando isso. Acho peculiar.

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Tensão no Texas

Janeiro 30, 2009 · 1 Comentário

Tem coisa que dá certo, mas invariavelmente outra pode dar errado e
a vida é essa, quem quiser que deserte, diria minha mãe.

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A minha vida é um choque

Janeiro 17, 2009 · 1 Comentário

O primeiro beijo de uma das minhas irmãs foi no IRMÃO DA ADRIANA DEGREAS.

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