Caminho Dourado

Entradas categorizadas em ‘amor’

#dykefeelings

Novembro 9, 2009 · Deixe um comentário

Não precisa dizer o mesmo não!

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we are not pure

Novembro 7, 2009 · Deixe um comentário

my love’s like cathedral bells

(isso é que é um paletó do namorado, o resto é bobagem)

Categorias: amor · música
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Da aridez

Novembro 4, 2009 · Deixe um comentário

Da aridez se fez um temporal.
Vi pingos grossos de chuva
de dentro do McDonald’s,
o parquinho do Ronald vazio -
nenhuma criança brincava -
mas eu não estava triste.
Só estava fora do eixo.
Só estava por fora.
Só estava.

Sinto tontura na cadeira do hotel.
Toda vez que sento, batata.
Batata é do grupo que Antonia chama
de calorias vazias.
Devem ser evitadas.

Evito? Corro?
De encontro com
ou ao encontro de?
De encontrão,
de esbarrão -
me diz você,
essa tontura
é amor
ou é o calor?

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Sean, eu caso com você

Agosto 31, 2009 · 2 Comentários

Ou com a sua mãe.

sean-lennon-yoko-ono

Meu sonho era ser o Sean Lennon, infelizmente não deu. Mas eu continuo tentando.
Foto da abertura da Opening Ceremony em Tóquio. Sean, Yoko e o Humberto Leon, do WWD.

Contei que acabei de ler a biografia do John Lennon? Comecei a dos Beatles, pra ter overdose.

Categorias: amor · famosos · moda
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ALGUÉM LIGA POR FAVOR

Agosto 12, 2009 · 3 Comentários

PRA ESSE TELEFONE QUE APARECE
FAZ UM SHOW COM ESSA MULHER
POR FAVOR
TÔ PEDINDO
CHAMA ELA PRO SPEED DATE, PORRA


A ESPERANÇA É UM PATRIMÔNIO INERENTE!

AAAAAH! EU AMO ESSA MULHEEER!
Pra mim ela e Helena Ignez é tipo a mesma coisa de tanto amor que eu sinto pelas duas!

A minha preferida:

E pra fechar…

Ela é drama, não é?! Amo. Amo. Amo.

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Um amor muito responsável

Agosto 11, 2009 · Deixe um comentário

Minha irmã me mandou, se perguntando se essa descrição se encaixaria com a minha pessoa.

É o amor exigente, consigo mesmo ou com o outro.

É a concepção do amor como algo que deve ser merecido e para o qual existem pré-requisitos sem os quais é impossível amar ou ser amado.

Não se acredita no amor como um sentimento gratuito que ocorre sem explicação razoável ou sem um motivo específico, obedecendo apenas a lógica do “coração”. Ao contrário, o amor possui regras, padrões, conceitos. É uma estrada de mão dupla onde as exigências podem recair tanto sobre o próprio indivíduo quanto sobre o parceiro(a).

Nesta sentido, o amor é um agente de insegurança que coloca em evidência as falhas e incapacidades daquele que não possua os atributos necessários.

Passa a ser uma vivência desconfortável que nos coloca diante das nossas faltas e nos faz reviver experiências de desafeto e inadequação.

Esta concepção muitas vezes leva o indivíduo a sentir-se incapaz de manter o amor de alguém (uma vez que não possui os encantos necessários) e a aceitar, por assim dizer, “o que aparecer” vivendo relacionamentos frustrantes que somente reforçam sua baixa auto-estima. Ou, ao contrário, excede-se em escolhas e pré-requisitos que normalmente o levam a se afastar da vida afetiva ou a passar muito tempo sem se relacionar afetivamente.

É uma concepção de amor racional, pragmático que não abre espaço para as fantasias e ilusões típicas dos apaixonados.

É o amor compromisso, que espera construir algo concreto em um relacionamento. É o amor responsável, que suporta os deveres e obrigações, consciente dos limites e tolerante com os problemas e momentos de desprazer de uma relação.

E aí, Q Q 6 ÄCHÃO?

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Eu já disse isso?

Agosto 9, 2009 · 1 Comentário

Ana Laura AKA DJ Mulher AKA ruivita é uma videoartista foda.

Vincentinha Galla.

Pede pra ela uma versão CORTE DO DIRETOR da nouvelle vague que a gente fez um dia. SÉRIO. Por favor.

So nice.

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Kate Bush day

Julho 30, 2009 · 3 Comentários

Oh, come on, you’ve got to use your flow
You know what it’s like, and
you know you want to go.
Don’t drive too slowly.
Don’t put your blues where
your shoes should be.

Don’t put your foot on the heartbrake.

Porque, afinal, a conversa tão necessária de ontem me ensinou várias coisas sobre mim.
E eu queria dançar que nem Kate Bush numa festa.

She’s unique, she’s incredible, she’s charming

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Lembrete pra quando eu esquecer de certas coisas

Julho 30, 2009 · Deixe um comentário

Jorge,

em alto mar
ou você arruma uma grande rede
ou salva a si mesmo.

Porque entre ele e ele… você, né?

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Ele me disse

Julho 29, 2009 · Deixe um comentário

que ser agnóstico era uma solução muito fácil e covarde
como se ser louco não fosse uma bela desculpa
e como se ser são não tivesse a ver com incertezas.

Quem fala de covardia agora?
E do direito de ser covarde?
E da chuva de granizo?
E da minha ignorância a respeito do Personare?

Como se ser pão excluísse o fato de existir bife
ser pau excluísse o fato de ter tique
ser cão excluísse o fato de ser gato

A favor de fandangos de presunto e álcool -
e contra a exclusão.

(de madrugada tive um sonho, ainda antes da uma da manhã. minha família foi ao lançamento de um livro – fato que já era bem exótico. era um livro de um japonês sobre memórias dele, numa edição bem bonita, cores pastel, letras delicadas. aí eu vi a minha prima Emy, que fisicamente era mesmo a minha prima Emy mas na verdade era a Rosária, mãe dela, e ela contava que a Luísa, irmã dela, estava em SP e que as coisas não estavam fáceis porque ela tinha parado de trabalhar pois ela mesma estava escrevendo um livro. aí minha mãe, que estava do meu lado, perguntava pra Márcia, a outra irmã da Rosária, se ela seria capaz de escrever um livro também e ela afirmava, com a cabeça, que sim. aí a Tia Yoko, bem nova, estava sentada ao lado do meu pai. eu sei que ela estava bem nova principalmente por causa do cabelo – que estava enrolado, do jeito que ela usava quando eu era bem novo. minha mãe perguntava pra ela se ela ajudaria o meu pai a escrever um livro com as memórias dele e ela fazia uma cara de pouco caso, bem típica dela, e naquele momento eu percebi que minha tia tinha um lado MAROTO que até então nunca tinha percebido. aí, daquele jeito que sempre acontece em sonhos, a suposta livraria agora parecia mais com uma sala de espera, e os familiares estavam todos sentadinhos um ao lado do outro. fui cumprimentando: meu tio Mário, minha tia Sumiko, a tia Eiko e então lá estava a tia Yoko de novo, mas era outra tia Yoko, agora com o cabelo liso joãozinho. é engraçado perceber agora que, ao contrário do que normalmente acontece na minha família, cumprimentei todos com um beijo no rosto. aí segui cumprimentando: acho que tio Eizo, tia Rosinha, mais alguém e então lá estava a tia Yoko mais uma vez, dessa vez bem doentinha, magérrima, do jeito que eu a vi da última vez. aí eu entendi que aquilo era uma sala de espera do hospital, que aquilo na verdade era um sonho e que tia Yoko queria falar comigo.
olhei pra ela, ela olhou pra mim, eu pensei que entendia que ela estava indo embora, e que entendia o que ela queria me dizer. que ela dizia que minhas preocupações naquele momento estavam me estressando demais mas que, no fundo, eu sabia que tudo daria certo de uma forma ou de outra, e que eram preocupações muito terrenas, e que o que importava era algo a mais que isso. aí eu pensei que ela tinha que ir mesmo, e que agora eu cuidaria da casa, e que a única coisa que eu pedia, se ela pudesse, é que ela deixasse a casa bem iluminada pra sempre, de onde ela estivesse a partir de agora.
e ela foi, sem dizer uma só palavra, mas pra mim eu entendi tudo.)

Do que eu estava falando mesmo?
De dormir e acordar daqui a duas semanas, com tudo resolvido?

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