Arquivo do mês: abril 2010

I got to admit

oh, boy.

Levanta o braço, de um lado pra outro! Isso! Bonito!

É tanta brasilidade nesse domingo, né? Esse post é dedicado pro Raoni, que tá barbudo, cabeludo, rústico e gato!

Faz de tudo pra chamar minha atenção…

Cada segundo desse vídeo é uma preciosidade.

Militarismo sim

Tem gente que diz que é ridículo estimular uma moda inspirada em uniformes militares. O raciocínio é que isso estaria estimulando e/ou fazendo uma apologia a guerra.

Ah, tá. Então a gente nega o bélico e se pergunta…

1. Por que Obama significava mudança e no entanto as atividades militares do EUA não cessaram?

2. Por que um programa no qual os termos “paredão”, “eliminação” e “guerreiro” (pro que volta do paredão sempre) são comuns exerce tanto fascínio? Espanta o fato que teoricamente um homem que se tornou uma espécie de símbolo da intolerância seja o ganhador da última edição do BBB, mas me espanta mais o fato que as pessoas acreditem, ainda por cima, que aquilo é um microcosmo. Aquilo é um jogo de matar ou morrer. Espero que as pessoas não achem que aquilo é um microcosmo porque aqui é um “matar ou morrer” – não quero matar ninguém nem morrer… mas se for… Moda militar não, BBB sim?

3. Por que o heroísmo de hoje é esquisito? O herói não é a mãe solteira que se vira pra dar conta de tudo e ser feliz; nem a jornada heróica é aquela na qual o importante é o amadurecimento, a conquista de um crescimento espiritual. Alice de Tim Burton é um exemplo. A fábula do crescer em um mundo que não faz o menor sentido se transformou em simplesmente uma… luta entre o bem e o mal. Como se existisse o bem e o mal. E o mal é a Rainha Vermelha, que irônico – será que ela é uma comunista chinesa disfarçada? Alice veste uma armadura (?), empunha uma espada (?!)… Vem cá, só eu achei bizarro? O herói agora parece precisar de uma carga (nem que seja bem pequena) de agressividade e sangue na mão pra agradar o público do cinema de entretenimento.

Tá. E não podemos usar uma moda militar porque é um estímulo.
Pois eu digo que não é um estímulo. É uma resposta. Ou mais: uma defesa?

Está computado nos dados oficiais


Com Nara


Com Paula

Mas se a ciência provar o contrário?

Essa música é tão bonitinha

Ouvi ontem de novo na casa do Glauco, depois de tanto tempo!