Arquivo do mês: agosto 2009

Um amor muito responsável

Minha irmã me mandou, se perguntando se essa descrição se encaixaria com a minha pessoa.

É o amor exigente, consigo mesmo ou com o outro.

É a concepção do amor como algo que deve ser merecido e para o qual existem pré-requisitos sem os quais é impossível amar ou ser amado.

Não se acredita no amor como um sentimento gratuito que ocorre sem explicação razoável ou sem um motivo específico, obedecendo apenas a lógica do “coração”. Ao contrário, o amor possui regras, padrões, conceitos. É uma estrada de mão dupla onde as exigências podem recair tanto sobre o próprio indivíduo quanto sobre o parceiro(a).

Nesta sentido, o amor é um agente de insegurança que coloca em evidência as falhas e incapacidades daquele que não possua os atributos necessários.

Passa a ser uma vivência desconfortável que nos coloca diante das nossas faltas e nos faz reviver experiências de desafeto e inadequação.

Esta concepção muitas vezes leva o indivíduo a sentir-se incapaz de manter o amor de alguém (uma vez que não possui os encantos necessários) e a aceitar, por assim dizer, “o que aparecer” vivendo relacionamentos frustrantes que somente reforçam sua baixa auto-estima. Ou, ao contrário, excede-se em escolhas e pré-requisitos que normalmente o levam a se afastar da vida afetiva ou a passar muito tempo sem se relacionar afetivamente.

É uma concepção de amor racional, pragmático que não abre espaço para as fantasias e ilusões típicas dos apaixonados.

É o amor compromisso, que espera construir algo concreto em um relacionamento. É o amor responsável, que suporta os deveres e obrigações, consciente dos limites e tolerante com os problemas e momentos de desprazer de uma relação.

E aí, Q Q 6 ÄCHÃO?

Eu já disse isso?

Ana Laura AKA DJ Mulher AKA ruivita é uma videoartista foda.

Vincentinha Galla.

Pede pra ela uma versão CORTE DO DIRETOR da nouvelle vague que a gente fez um dia. SÉRIO. Por favor.

So nice.

talkative

Barbara Abramo, obrigado.

:)

Sou tão verborrágico

Meu twitter é bizarro.

Bom, tô aqui pra dizer duas coisas.

1) Jana me ligou:
“Estou na frente no Suplicy do Iguatemi e sabe quem está lá dentro comendo um doce?”
Frio na espinha.
“Quem?”
“<insira aqui o nome>”
Aí eu respirei, fizemos uma pausa dramática e pensei em como foi ontem e como parece distante.
“O que eu faço?”
“Nada. Foda-se”
“Tá. Mas se ele aparecer na minha frente eu vou xingar e sair correndo, tá?”
“Tá!”
Confesso que eu estou desejando muito que ele apareça na frente dela. Não pelo xingamento, mas é que vai ser muito engraçado.

2) Esse post do Blog LP está bombando! Por causa duma porra dum garfinho e faquinha e colherzinha! Alguém sabe se tem pra comprar esses talheres em algum lugar, ainda? Fiquei com vontade de ter, achei hype.

Eu adoraria jogar as armas pra lá, Ivete, Bethânia…

mas me provocam, ué. Que que eu posso fazer?

Me senti tão urucuzado que corri pra Funhouse, my own private banho de cachoeira, pra ver se passava.
Até passou, apesar de não ter tocado Pixies.
QUE SACO, não tem mais lugar que toque Pixies e que seja legal em SP. Ou eu que estou velho – o que é uma probabilidade super.

#2: Brisa indica um vídeo. Mas Linguado…

HAHAHAHA

Eu e Jana amamos a Pequena Sereia porque ela tem o Linguado como amigo, e o Linguado é praticamente uma CABEÇA. Aí ela pega o Linguado entre as duas mãos e é como se fosse uma cabeça de uma pessoa, e só. Ela pega o amigo como se fosse uma BOLA DE FUTEBOL. Ela pode levar o amigo debaixo do braço! Não é maravilhoso?!

Obrigado, Brisaaaa!

Em 1968

marsha-hunt

Marsha Hunt.

John Hughes morreu

Estou tristíssimo.
É sério.

Porque no fundo que nunca quis ser a Jennifer Beals. Eu sempre quis ser a Molly Ringwald.

Gente, vamos na Hippie Fest?

Olha o release!!

Os 40 anos da Feira de Embu das Artes (31/1/1969) e os 40 anos do Festival de Woodstock (15-17/8/1969) serão comemorados na nossa cidade em grande estilo. No mesmo ano em que nasceu em Embu um dos principais movimentos artístico-culturais, reconhecido nacional e internacionalmente, acontecia o maior festival de música do planeta, reunindo cerca de meio milhão de pessoas em Bethel (NY). O evento, realizado em meio à guerra do Vietnã e de movimentos de protestos, também foi assimilado por nossos artistas e artesãos que lutavam pela consolidação de sua arte. Pela importância do fato, o governo municipal, em parceria com o restaurante bar e chopperia O Garimpo e a revista Poeira Zine, quer unir mais essa marca à história da cidade.
O Hippie Fest Embu das Artes será comandado por Kid Vinil e vai reviver o clima dos festivais hippies de rock ao ar livre, celebrando a paz e o amor, grandes símbolos no final da década de 60. Serão mais de oito horas de música de qualidade com Hi-Five (Creedence), Krucis (Ravi Shankar), Banda Kaduna (Santana), Danny Vicent e banda (Johnny Winter e Ten Years After) e Woodstock Band (The Band, Janis Joplin, The Who, Jimi Hendrix etc). O encerramento ficará por conta do grupo 14 BIS. Entre nesse clima e participe! A entrada é franca.

Hein? 14 BIS, genteee!!! Em Embu das Artes!!! É muito perfeito! Vou convidar a irmã da Jana pra ir comigo!
Eu só não entendi o Kid Vinil aí no meio. Ele é punk ou pós-punk ou hippie? Ou emo? Ou From UK? Ai, fiquei confuso.

Receitinha

Você se acha fora do padrão da normalidade?
Parece meio doidinho?
Acha que está precisando de um acompanhamento especial?

Simples:
você está interessado em mim?

Se estiver, procure o terapeuta mais próximo.