Arquivo do mês: maio 2009

Fubá


Tô com essa música na cabeça e não consigo tirar.

A moda está mais chata

Amonstro acabou – você já leu?

Estou chateado porque é uma marca que eu acompanhei, vi quanta coisa legal elas fizeram e tal. E que, além disso, bate com meu gosto pessoal. Sempre curti as coisas da Amonstro, o universo delas etc.

Helena me falou uma coisa depois de eu dizer pra ela que estava triste, que no fundo a gente sabe mas que é sempre bom ouvir da boca de quem é protagonista da história. Transcrevo aqui:
“é, eu fiquei triste também por ser a amonstro, mas mais pq ta muito dificil de marcas como a nossa se manter hj. na epoca do hotspot tinha muita gente legal, a gente estava sempre junto, isso de certa forma estimulava a gente a se manter. tinha alguma coisa acontecendo na moda, um otimismo, q eu não vejo hj”

Também não vejo esse otimismo hoje. Ou vejo, mas não é a mesma coisa, vejo pouquíssimo. A moda está mais chata.

E sim, vamos falir no bazar.

O que terá acontecido a pequena Maísa?

Pequena Maísa não pára de chorar nas gravações.
O que terá acontecido a pequena Maísa?

Está assustada?
Morrendo de medo?
Ela é apenas alguém que queria se divertir.
Ela é uma pessoinha.
Ela sabe que o Bernardo é bobo
por preferir um Playstation ao Jogo da Vida.

Maísa percebeu que o patrão vai deixá-la na mão
quando notar que ela não dá mais dinheiro?
Quem quer dinheiro?
Quem quer patrão?

Sua mãe diz que não sabe o motivo
como se estivesse na reunião de pais e mestres.
Maísa chora e as pessoas estão rindo.
“Que bonitinha! Olha ela chorando!”

Dizem que o patrão vai receber notificação
acusando-o de maus tratos
pelo estatuto da criança e do adolescente.

Acho que Maísa não chora por causa do susto,
acho que Maísa não sabe mais porque chora.

Maísa percebeu que as câmeras,
os holofotes,
os laços no cabelo,
o sapatinho de boneca
não significam nada,
nadinha,
são uma bobagem
perto do carinho que sente
pelo menino que senta na segunda fileira?

Deixa a Maísa ir embora. Por favor. Deixa a Maísa ir embora.

Essa é pra Brisa

VOCÊ SABIA? Eu vivia pra Natasha, pra calça boca de sino e pro grito que ela dá no fim dessa música.
A calça boca de sino devia voltar. Vou fazer campanha. Lembra? O modelo tava na moda no começo dos 90, lembro que a Flavinha tinha uma – eu adorava quando ela usava! Flá, você usava com BUSTIÊ ou a minha memória partiu pro BIZARRO?
E esse é o arranjo mais bizarro que alguém poderia imaginar pra essa música.

Num clima meio…

anywhere
anywhere
I’m gonna
lay my head
I’m gonna
call my home

Tipo Scarlett, mesmo.

Coisas da vida

Se você digita amirslama.com.br no seu browser, você é redirecionado para…

rosacha.com.br.

Duas perguntas

1) Por que não existe um blog de ilustração fashionista legal no Brasil, tipo o The Unknown Hipster? Queria tanto! Ia ser megafofura! Imagina um desenho de Regina de chapeuzinho?!

(aliás, liguei pra Rê e não consegui falar com ela, tá doidinha por causa do desfile!)

2) Só eu que prefiro a Garance? Sai, Scott! CIDADE JARDIM, A GENTE PREFERE A GARANCE! Ela é muito menos careta! Muito mais legal! Ela tiraria foto da gente mesmo que a gente estivesse usando um look inteiro rasgado! Fora que ela é chique e tem domínio próprio, o Scott ainda está no Blogspot! CAFONA! Pelo menos muda pra WordPress, é mais legal!

Vem fazer curso, vem!

Agora juro que é verdade:

convite-curso-jornalismo

Gente, não adianta pedir pra se inscrever por aqui, tá, tem que ligar lá ou mandar e-mail!!! EEEE! Eu reclamo mas no fundo eu adoro dar curso, porque é uma oportunidade pra eu falar o que penso até cansar!

E o figurino está pronto!

(ou praticamente pronto – só falta a barra!)

Fazer figurino de teatro é difícil. Esse foi um pouco mais complicado, porque tinha um pouco de dinheiro e as meninas optaram por produzir mesmo. Imagina: eu, jornalista, desenhando roupinha? Bom, aos trancos e barrancos e com a ajuda abençoada da Monayna e do Mario na produção (Casa de Quem crew!), o lance rolou bem e eu fiquei bem feliz com o resultado!
É engraçado fazer figurino porque você não pode pensar só na montação, ainda mais nas peças com a Verô na direção, que geralmente tem muito movimento. Funcionabilidade total. E o pior é que eu queria dois macacões – e macacão, meu bem, é a peça mais complicada que tem. Se o cavalo está muito pra baixo, fica feio quando a pessoa levanta a perna; se o cavalo está muito justo, pode rasgar quando a pessoa fica de cócoras. Um drama. ENFIM, eu acho que ficou bem bonito, bem o que eu queria, diferente e ao mesmo tempo afastado da ideia de mulherzinha que uma peça de Clarice Lispector pode sugerir. Não tem rosa, não tem saia, não tem vestido, não tem babado, e ao mesmo tempo tem uma feminilidade e é divertido sem ser lúdico demais.

Mas vocês que me dizem, né? Corre pra comprar porque vai acabar rápido: são poucos lugares, já que a peça só comporta uns 20, 25 espectadores por apresentação!

O sonho acabou!

Dalida, maravilhosa na melhor coreô da semana – eu e Jana já estamos imitando aqui em casa.

Emily, na versão fubá da música.