Bom, se ela afeta até Harajuku…
Aqui no Brasil, antes os estilistas do under tinham espaço em algumas publicações alternativas e na Noite Ilustrada da Erika Palomino. E hoje?
- Descobriu-se que o under é tão under e que se a gente não tem nem um mainstream de peso, o under se afoga e não consegue sobreviver? Às vezes eu penso nisso. Uma coisa é ser indie nos EUA, outra é ser indie no Brasil – o povo da música já está escaldado nisso faz tempo.
- Mas não é o under que refresca? Se o under não existir, de onde vem o novo? Se o under se rende ao “isso vende mais que aquilo”, ele não é mais under, certo?
- E os blogs? Volta aquela história que eu já comentei há cerca de duas páginas: os blogs querem ser mainstream. Falam de Dior, Gucci, Prada, Marc Jacobs. Nada contra. Mas o interessante não seria correr atrás do que a imprensa em geral não fala?
Pense nisso. Eu tô pensando. E a Casa de Criadores vem aí: espaço de experimentação ou “correndo atrás pois quero ser grande”? A CC começa no dia 08.12.
Obs.: Sou mais 284 do que Zara. E não somente por causa da roupa em si… E se a H&M chegar? E a Topshop – que deve chegar cara, mas de qualquer forma tem o mesmo conceito de fast fashion? Muitas “questãs”…




4 respostas Até agora ↓
fernanda // Novembro 28, 2008 às 1:15 am |
jorgi vc é muito inteligente.
depois eu fico repetindo essas coisas que eu leio aqui me achando A PENSADORA de moda.
vamos sair?
gutierrez // Novembro 28, 2008 às 4:45 pm |
Nunca vi essa 284 nem a Top Shop (nome de loja de eletrodomésticos), mas sou fã da H&M. Mesmo em euros, gasto menos numa camiseta legal deles do que numa camiseta da Hering.
wakabara // Novembro 28, 2008 às 6:00 pm |
pois é, Gutierrez, é disso que eu tô falando, se é que vc não percebeu.
gutierrez // Novembro 28, 2008 às 8:49 pm |
Percebi. Acho.