Caminho Dourado

Pink Violence: I’m a girl!

Julho 1, 2008 · 1 Comentário

Hora do segundo especial de Pink Violence, com… Stray Cat Rock: Female Boss (que também é chamado de Stray Cat Rock: Delinquent Girl Boss).

História: Duas gangues rivais de garotas vivem brigando. Acontece que uma das garotas do “grupo do mal” é namoradinha de uma turma de motoqueiros da pesada – todos eles de jaqueta preta e calça bege. Já Mei, a gatinha da gangue do bem, é namoradinha de um tonto, Michio, que quer fazer parte da turma de motoqueiros. Claro que o Michio vai se envolver com esse povo e entrar numa fria, e é Mei quem vai ter que ajudá-lo. Com a ajuda de… tchananan… uma motoqueira lésbica INCRÍVEL chamada Akko! Outra coisa bacana é que a gangue do bem freqüenta um clube de rock ótimo, à la Blow-up-swinging-London. A gente adorou e quer freqüentar.

A fodona: Desculpa, Meiko-tchan, eu sei que o papel principal deveria ser seu como Mei, mas… AKKO É MUITO FODA. A primeira cena é dela, inclusive, já super inteirada no papel de lonely ranger, sendo provocada pelos motoqueiros. Ako é sapatão de responsa, usa jeans (calça e jaqueta) com blusa azul, os cabelos são pintados de um castanho levemente avermelhado. Ela usa um make luxo, inclusive: batom rosa mais escuro, delineador, sombra esfumaçada e sobrancelha bem feita, nem grossa nem fina. E é uma sapatão? Pois é, meu bem, ela é praticamente um homem.
Bom, eu li num site que Akko era interpretada por Akiko Wada. Akiko na verdade tem ascendência coreana, apesar de ter nascido e sido criada no Japão. Seu nome real é Kaneumi Fukuko (já ajaponesado, já que ela também tem um nome coreano… mó confusão). Akiko é cantora e sempre usou o nome Akko para tanto – e sempre causou estranheza por causa do seu “tamanhão”. Aí eu achei um artigo na internet que não sei se é uma tiração de sarro, dizendo que na verdade ela é HOMEM e que ela estava pensando em passar por uma operação de mudança de sexo.
SÉRIO! Lê aqui.
Não sei se é verdade, mas se for eu vou gostar MAIS AINDA dela. Porra, ela é muito foda no filme, fala para o Michio para ele deixar de se afrescalhar e ainda participa de uma das cenas mais incríveis, cantando na bandinha uma música que fica repetindo “I’m a girl“, do tipo “ei, se liga, eu sou sapatão mas sou mulher”. Mas essa notícia deve ser mentira, porque li em outros lugares que ela sofreu de câncer no ovário e por isso não teve filhos.

ó o vídeo da música:

do caralho, ela tem uma voz incrível!
Obs.: Ah, a Meiko é legal como sempre, mas nada demais. E ela está falando muito, gostamos mais quando ela fica com aquela cara de “eu vou fuder com a sua vida” sem precisar usar palavras.

O rapaz: Então, há controvérsias. Seria o Michio, namorado da Mei, que além de feiozinho é um bananão. Preferimos o Katsuya, bad boy líder dos motoqueiros do mal, que usa um óculos aviador amarelo (!!). Mas não, a gente não fazia.

O vilão: O gângster por trás da gangue dos motoqueiros não mete muito medo, não… Michio machuca o olho dele, o que é bem legal – a gente adora caolhos! Fora isso, é um cara bem bocó. Para você ter uma noção, ele vai brigar com um rifle. Pô. Briga com faca! Seu tosco!

Frases babacas: Women are women, after all / but sometimes we risk our lives like men, da sapatão Akko, no seu segundo número musical.

Cena bonita: Olha, tá meio em falta. Eu gosto particularmente de como eles anunciam a passagem do tempo. A tela fica coloridona (tipo rosa) e aparece escritinho piscando “Sábado à noite” em japonês. A gente entende por causa da legenda, né, filho?

Figurino: Além das coisas que eu já falei, destaque para a Mei que sempre está de conjunto camurça com franja e um óculos grandão de lente marrom, e para a Yuriko, uma das meninas da gangue de Mei, de conjuntinho listrado PB, cintinho marcando a cintura e óculos i-na-cre-di-tá-veis, de aro vermelho e lente azul, redondão-grandão. Veja abaixo >>

Mei e Yuriko
Olha os óculos delaaas!!! Mei na esquerda, Yuriko na direita

E como você pode conferir, o cabelo repartido no meio e escorrido estava na moda. Aliás, acho que esse cabelo sempre está na moda no Japão.

Sangue: Pouquíssimo. Mas tem uma cena que uma garota do mal quase queima viva uma das garotas do bem. Eca! É bem aflitivo.

Saldo final: Tem momentos muito bons. Mas a cena de perseguição é péssima, sem ritmo. E dura horrores. Me deu um soninho.

O trailer, que na minha opinião revela demais da conta, mas para quem quiser conferir…

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