Acabei de assistir e esse vai ganhar a HONRA de ser o primeiro filme de Pink Violence revisado aqui. Sras e srs, com vocês… Wandering Ginza She-Cat Gambler.

História: É bem OK. Nami é uma jogadora (de um jogo que eu nunca tinha visto, aliás, mas que me pareceu bem comum no Japão pelo que o roteiro deu a entender, tipo o pôquer deles). Seu pai era um grande jogador que foi assassinado por um pilantra. Já matou a charada, né? - Nami quer vingar a morte do pai. Para isso, ela vai se meter numas enrascadas e fazer novos amigos até descobrir quem é o assassino.

A fodona: A rainha do Pink Violence, Meiko Kaji – sou até suspeito para falar dela porque acho a fofa o máximo. Como Nami, ela só anda de quimono (tem uma ceninha só que ela usa uma blusa e uma calça, aliás, bem masculinos). Mas eu acho que esse personagem é meio estranho, porque às vezes ela é bem fodona e consegue bater nos caras com a mesma dificuldade que teria em fazer um miojo (tipo na primeira cena), e às vezes ela paga de coitadinha e apanha, sem motivo aparente algum. Mesmo assim, os closes no rosto dela continuam fantásticos – e o make é ótimo, com blushzinho rosa, pele linda e um delineador fazendo efeito gatinha de levinho (não dá para ver direito na foto, mas no filme dá).
O rapaz: Sonny Chiba. Precisa dizer mais? A gente superfaria o Sonny Chiba, SÉRIO! Ele era mó gatinho, meu, japonês bronzeado com sobrancelhão. O personagem dele é meio bobão no começo, mas achei bem estiloso, sempre com um lenço ao invés de gravata, fiiino, bem anos 70. Ele faz o tipo “gângster bonzinho” – q? No fim, vira machão – na última cena, em que ele usa um trenchcoat bege jogadão por cima, você nem reconhece o personagem panacão do começo.
O vilão: Então, às vezes o rapaz e o vilão são a mesma pessoa, mas nesse filme não. E o vilão é bem escroto. Quando aparece a cena do assassinato que você fica realmente com nojo dele – o fdp sente tanto prazer em matar o pai da coitadinha da Nami que até FICA COM A LÍNGUA DE FORA! Meu, ninguém merece, né?!
Frases babacas: I’m a flying bird that migrates from one place to another.
Cena bonita: Acho que a do assassinato do pai é a mais foda. Mas tem uma cena, em que a amiga da Nami a leva num lugar de jogo – no qual ela conhece o personagem do Sonny, inclusive – que é uma boate animada. Genial as japas dançando com pouca roupa e muita franja, adorei!
Figurino: o da amiga da Nami, Miyoko, que alguns chamam de Mama. E o cabelo pintado, meio ondulado, bem perua! A blusa da última cena de Miyoko é fantástica, verde e com manga volumosa, dá o maior efeito – não vou contar exatamente porque perde a graça.
Sangue: Sabe que nem tem tanto? Só no final que rola uma selvageria.
Saldo final: OK, tem vários momentos divertidos. Mas nada de “ó, que incrivelzaço”.
Aqui, a cena final – mas só assista se você não quiser assistir ao filme inteiro, né? Tem o trench que eu citei, o Sonny em si, o make da Nami etc.




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