Allez-y, pão de queijo com doce de leite,
compota de figo,
ambrosia,
mexidão, torresmo,
cerveja,
pimenta biquinho,
cafezim.
Faz quase uma semana e meia que
troco um prego por um beliscão,
mas segundo a Xuxa,
depois é um tapa,
e já viu. Vocês sabem o que aconteceu
com Isabella.
E o pó de café.
O seu mundo gira,
se retorce
enquanto você finge que abril e maio são só mais dois meses que passam
como todos os outros.
Não me encontro onde procuro, mas de repente, quando menos espero,
meu amigo Montaigne.
Já que é um beijo no coração,
que ele seja sincero,
terno,
que tenha calma.
“Dói no peito, não dói?”
“Dói.”
“Parece que tiraram um pedaço.”
“Não… para mim, parece que deslocaram,
que mudaram alguma coisa de lugar.”
Cosmos
politan.
O pó de café.
O medo da dor futura, Montaigne,
mas se a dor fizer parte,
se a dor for desejada,
se eu entrar no projeto dos outros
por mim.
Empreste-se aos outros,
doe-se para si.
A gente já comeu o pão que o diabo amassou.
“Agora é hora de comer chocolate”.
Aqui.




1 resposta Até agora ↓
isaac // Maio 10, 2008 às 2:13 pm |
oafogado.blogspot.com/
abraço.