Manifesto anti-propaganda só para convidados, superfechado.
Qual a relevância política disso? Qual a relevância artística disso?
Quem quer impacto faz manifesto na marquise, ou pelo menos no meio do prédio da Bienal.
Quer saber, Vivienne é uma ótima estilista, continuo fã do trabalho dela, mas é uma cabaça. Ela estava era com medo de um grupo ativista aparecer e dizer a verdade: uma estilista cujo negócio está baseado em propaganda, em vender, não convence ninguém a consumir menos. Que tipo de “reforma” é essa? Revolução é muito mais contundente. Ela já não está rica o bastante? Então para que continuar? Que tipo de vanguarda é essa? A vanguarda não existe mais. No fim das contas, esse manifesto fica com cara de… marketing. Desculpa, é a impressão que dá.
Em tempo: não é recalque, OK, se eu quisesse teria conseguido entrar, era permitido uma pessoa por veículo de imprensa, e nem Gloria nem Milene foram. Mas eu achei tudo meio “te-enganei” e desisti de ficar lá pedindo para que o Eduardo e a Adriane, que estavam muito mais a fim de assistir, entrassem.




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